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Quarta-feira, 30/06/2010
A partir da meia-noite desta quarta-feira (30) terá aumento de pedágio nas estradas paulistas. Veja este e outros destaques do Radar SP.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
SP ganha um pedágio a cada 40 dias; tarifas sobem novamente na quinta

SP ganha um pedágio a cada 40 dias; tarifas sobem novamente na quinta
Desde 1998, quando começaram as concessões, 112 praças de cobrança foram abertas no Estado - no resto do País, existem 113
28 de junho de
Desde 1998, quando começaram as concessões, 112 praças de cobrança foram abertas no Estado - no resto do País, existem 113
28 de junho de
Felipe Grandin - O Estado de S.Paulo
Protesto. No interior, moradores descontentes criaram o Movimento Estadual Contra os Pedágios Abusivos de São Paulo, que defende, entre outros pontos, a revisão das contratos
Desde o início da privatização das rodovias de São Paulo, em 1998, foram instalados 112 pedágios nas estradas paulistas - o equivalente a uma praça nova a cada 40 dias. O Estado já tem mais pedágios do que todo o resto do Brasil. São 160 pontos de cobrança em vias estaduais e federais no território paulista, ante 113 no restante do País, segundo a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias.
Veja também:
Tabela com todos os reajustes
Nos últimos 12 anos, a segurança e a qualidade das rodovias melhoraram, mas os altos preços cobrados se tornaram alvo frequente de críticas dos motoristas. Nesta semana, as reclamações devem aumentar ainda mais. Os pedágios nas rodovias estaduais serão reajustados a partir da 0h de quinta-feira (1.º) e terão tarifas "quebradas" em R$ 0,05. O principal pedágio do sistema Anchieta-Imigrantes vai aumentar de R$ 17,80 para R$ 18,50.
Para se ter uma ideia, ficou mais barato viajar a outro Estado do que internamente. Cruzar de carro os 404 quilômetros entre a capital paulista e Curitiba, no Paraná, por exemplo, custa R$ 9 em tarifas. Já para cobrir distância semelhante até Catanduva, por exemplo, é preciso desembolsar R$ 46,70.
Isso se explica, em parte, pelo modelo adotado no programa de concessões paulista. As licitações, em 1998 e 2008, levaram em conta o montante que as empresas ofereciam ao Estado para ter a concessão, a chamada outorga. A vantagem é que o dinheiro pode ser aplicado em novas estradas. Por outro lado, esse valor é repassado aos motoristas.
Já o modelo adotado pelo governo federal faz a concessão àquele que oferecer a menor tarifa. O benefício é o preço mais baixo; a desvantagem, a falta de verba para investir. As Rodovias Fernão Dias e Régis Bittencourt, privatizadas em 2008, continuam em estado precário. Críticos afirmam que o pedágio não foi suficiente para cobrir os custos da recuperação das estradas.
Qualidade. As rodovias estaduais não têm esse problema: ocupam as dez primeiras posições entre as melhores do País, segundo pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes. E são aprovadas por 93,6% dos usuários, de acordo com a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp). Segundo estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea) em 2007, no entanto, o pedágio estadual é um dos mais caros do mundo, superando autoestradas da Europa e dos EUA.
"É incontestável que a qualidade das rodovias concedidas é superior" diz a urbanista Silvana Maria Zioni, da Universidade Federal do Grande ABC. Mas, para ela, está na hora de reavaliar as concessões. "A economia mudou, as tarifas subiram, a arrecadação aumentou, mas não há investimento na mesma medida."
A Artesp alega que as outorgas permitiram o investimento de R$ 12 bilhões nas rodovias. Para a agência, falar em "média mensal de praças instaladas" não é pertinente, pois a definição da instalação das praças foi feita em apenas dois momentos: na primeira e na segunda rodadas de concessões, em 1998 e 2008.
As tarifas levaram à criação este ano do Movimento Estadual Contra os Pedágios Abusivos, por grupos que se sentem prejudicados. Eles fizeram a primeira reunião em Indaiatuba, uma das áreas afetadas. Do encontro saiu a Carta de Indaiatuba, que defende revisão dos contratos e proibição de novos pedágios sem que haja debate com a sociedade.
Jornal O Estado de SP
Protesto. No interior, moradores descontentes criaram o Movimento Estadual Contra os Pedágios Abusivos de São Paulo, que defende, entre outros pontos, a revisão das contratos
Desde o início da privatização das rodovias de São Paulo, em 1998, foram instalados 112 pedágios nas estradas paulistas - o equivalente a uma praça nova a cada 40 dias. O Estado já tem mais pedágios do que todo o resto do Brasil. São 160 pontos de cobrança em vias estaduais e federais no território paulista, ante 113 no restante do País, segundo a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias.
Veja também:
Tabela com todos os reajustes
Nos últimos 12 anos, a segurança e a qualidade das rodovias melhoraram, mas os altos preços cobrados se tornaram alvo frequente de críticas dos motoristas. Nesta semana, as reclamações devem aumentar ainda mais. Os pedágios nas rodovias estaduais serão reajustados a partir da 0h de quinta-feira (1.º) e terão tarifas "quebradas" em R$ 0,05. O principal pedágio do sistema Anchieta-Imigrantes vai aumentar de R$ 17,80 para R$ 18,50.
Para se ter uma ideia, ficou mais barato viajar a outro Estado do que internamente. Cruzar de carro os 404 quilômetros entre a capital paulista e Curitiba, no Paraná, por exemplo, custa R$ 9 em tarifas. Já para cobrir distância semelhante até Catanduva, por exemplo, é preciso desembolsar R$ 46,70.
Isso se explica, em parte, pelo modelo adotado no programa de concessões paulista. As licitações, em 1998 e 2008, levaram em conta o montante que as empresas ofereciam ao Estado para ter a concessão, a chamada outorga. A vantagem é que o dinheiro pode ser aplicado em novas estradas. Por outro lado, esse valor é repassado aos motoristas.
Já o modelo adotado pelo governo federal faz a concessão àquele que oferecer a menor tarifa. O benefício é o preço mais baixo; a desvantagem, a falta de verba para investir. As Rodovias Fernão Dias e Régis Bittencourt, privatizadas em 2008, continuam em estado precário. Críticos afirmam que o pedágio não foi suficiente para cobrir os custos da recuperação das estradas.
Qualidade. As rodovias estaduais não têm esse problema: ocupam as dez primeiras posições entre as melhores do País, segundo pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes. E são aprovadas por 93,6% dos usuários, de acordo com a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp). Segundo estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea) em 2007, no entanto, o pedágio estadual é um dos mais caros do mundo, superando autoestradas da Europa e dos EUA.
"É incontestável que a qualidade das rodovias concedidas é superior" diz a urbanista Silvana Maria Zioni, da Universidade Federal do Grande ABC. Mas, para ela, está na hora de reavaliar as concessões. "A economia mudou, as tarifas subiram, a arrecadação aumentou, mas não há investimento na mesma medida."
A Artesp alega que as outorgas permitiram o investimento de R$ 12 bilhões nas rodovias. Para a agência, falar em "média mensal de praças instaladas" não é pertinente, pois a definição da instalação das praças foi feita em apenas dois momentos: na primeira e na segunda rodadas de concessões, em 1998 e 2008.
As tarifas levaram à criação este ano do Movimento Estadual Contra os Pedágios Abusivos, por grupos que se sentem prejudicados. Eles fizeram a primeira reunião em Indaiatuba, uma das áreas afetadas. Do encontro saiu a Carta de Indaiatuba, que defende revisão dos contratos e proibição de novos pedágios sem que haja debate com a sociedade.
Jornal O Estado de SP
domingo, 27 de junho de 2010
Pirituba na Copa de 2014? É o que o bairro mais quer
Pirituba na Copa de 2014? É o que o bairro mais quer
Com 164 mil habitantes e área verde de sobra, região formada por antigas fazendas vive euforia depois de virar notícia até no exterior
27 de junho de 2010
Diego Zanchetta - O Estado de S.Paulo
Pergunte a um vizinho do Pacaembu ou do Morumbi o que ele acha de ter um estádio ao lado de casa e a resposta será um relato-reclamação sobre trânsito, flanelinhas, brigas, barulho e outros transtornos comuns em dias de jogos. Mas em Pirituba, na zona oeste, a maioria da população fica mais do que animada ao falar da expectativa de ganhar uma arena para a Copa 2014.
Na esteira do empreendimento de custo estimado em R$ 640 milhões, moradores aguardam ansiosos a chegada do metrô e de mais serviços comerciais. "Fora que a nossa "quebrada" vai ganhar fama internacional, o mundo vai saber quem é Pirituba", vibra Gerson Mendes, de 56 anos, dono de farmácia há três décadas na Avenida Mutinga, no centrinho comercial ao lado da antiga estação de trem.
O bairrismo na região explodiu após aumentarem os rumores sobre a construção do Piritubão. O estádio para 60 mil pessoas é cogitado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para São Paulo abrir o Mundial. E não importa se a obra vai ter dinheiro público, quem vai construir ou se algum clube de futebol será o futuro proprietário. "Todo mundo fala em preservar o verde, mas ninguém quer morar sem uma boa padaria perto de casa. Aqui, por causa da Copa, vamos ter o metrô. Aí vou voltar da Avenida Paulista em 20 minutos. Hoje a perua que eu pego demora uma hora e meia só para subir o morro", conta a aposentada Maria de Lourdes Santos, de 65, nascida e criada no bairro.
Nos últimos cem anos, a geografia desfavorável de Pirituba limitou a chegada de bons serviços públicos, como transporte coletivo e saneamento. Localizado num morro 200 metros acima do Rio Tietê, espremido entre uma área de várzea e a Rodovia dos Bandeirantes, o bairro adquiriu características de periferia. Faltam escolas, postos de saúde e ônibus para outras regiões da capital.
Ar do interior. Em meio à carência de serviços, Pirituba mescla um cenário interiorano com o subúrbio típico de uma metrópole. Na parte mais baixa do bairro estão loteamentos de alto padrão construídos a partir dos anos 1970 pela Cia. City, como o Pinheirinho e o Recanto Anastácio. Já no alto estão os conjuntos habitacionais da Cohab e algumas favelas. O lazer para os mais jovens se resume a meia dúzia de campos de futebol de terra. Por outro lado, sobram ocupações irregulares, botecos e matagais abandonados - é a segunda região com mais área verde da capital, atrás de Parelheiros.
A dificuldade de acesso rápido ao bairro é outro motivo de reclamação. A principal via que leva à região é a sempre congestionada Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, a antiga estrada São Paulo-Campinas. Nos fins de tarde, os coletivos levam duas horas para percorrê-la.
Não importa a faixa etária. Tanto nas crianças como entre moradores sexagenários, um sorriso antecede a resposta quando o assunto é a construção do Piritubão. Em qualquer discussão sobre a Copa do Mundo da África do Sul, vem logo a lembrança de que, em apenas quatro anos, pode ser a vez de o bairro, hoje com 164 mil habitantes, estar no centro dos holofotes internacionais, como Johannesburgo.
Mas a valorização imobiliária esperada pelos moradores pode ser ilusão, segundo alerta Luís Gambi, do Secovi (Sindicato da Habitação).
"Se a construção do estádio não for acompanhada pela chegada de uma boa infraestrutura, o bairro corre o risco de ver as ruas saturadas pelo trânsito, o que já vemos no Morumbi e no Pacaembu. A mobilidade pode ficar ainda pior", aponta. "Mesmo sem estádio, hoje Pirituba é um bairro em transformação, estão surgindo novos acessos e sobram espaços vazios para novos prédios. Se eu fosse investidor, apostaria em Pirituba, independentemente da Copa."
Estrutura. Por enquanto, os governos municipal e estadual não apresentaram um plano para incrementar, por exemplo, as redes de fornecimento de água e de energia elétrica para Pirituba até 2014. A Linha 6-Laranja do Metrô (São Joaquim-Brasilândia) não passa por Pirituba, mas está prevista para fazer a interligação com a Linha 7-Rubi da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (Luz-Jundiaí), que atende o bairro. As obras devem começar em 2011.
Jornal O Estado de SP
Com 164 mil habitantes e área verde de sobra, região formada por antigas fazendas vive euforia depois de virar notícia até no exterior
27 de junho de 2010
Diego Zanchetta - O Estado de S.Paulo
Pergunte a um vizinho do Pacaembu ou do Morumbi o que ele acha de ter um estádio ao lado de casa e a resposta será um relato-reclamação sobre trânsito, flanelinhas, brigas, barulho e outros transtornos comuns em dias de jogos. Mas em Pirituba, na zona oeste, a maioria da população fica mais do que animada ao falar da expectativa de ganhar uma arena para a Copa 2014.
Na esteira do empreendimento de custo estimado em R$ 640 milhões, moradores aguardam ansiosos a chegada do metrô e de mais serviços comerciais. "Fora que a nossa "quebrada" vai ganhar fama internacional, o mundo vai saber quem é Pirituba", vibra Gerson Mendes, de 56 anos, dono de farmácia há três décadas na Avenida Mutinga, no centrinho comercial ao lado da antiga estação de trem.
O bairrismo na região explodiu após aumentarem os rumores sobre a construção do Piritubão. O estádio para 60 mil pessoas é cogitado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para São Paulo abrir o Mundial. E não importa se a obra vai ter dinheiro público, quem vai construir ou se algum clube de futebol será o futuro proprietário. "Todo mundo fala em preservar o verde, mas ninguém quer morar sem uma boa padaria perto de casa. Aqui, por causa da Copa, vamos ter o metrô. Aí vou voltar da Avenida Paulista em 20 minutos. Hoje a perua que eu pego demora uma hora e meia só para subir o morro", conta a aposentada Maria de Lourdes Santos, de 65, nascida e criada no bairro.
Nos últimos cem anos, a geografia desfavorável de Pirituba limitou a chegada de bons serviços públicos, como transporte coletivo e saneamento. Localizado num morro 200 metros acima do Rio Tietê, espremido entre uma área de várzea e a Rodovia dos Bandeirantes, o bairro adquiriu características de periferia. Faltam escolas, postos de saúde e ônibus para outras regiões da capital.
Ar do interior. Em meio à carência de serviços, Pirituba mescla um cenário interiorano com o subúrbio típico de uma metrópole. Na parte mais baixa do bairro estão loteamentos de alto padrão construídos a partir dos anos 1970 pela Cia. City, como o Pinheirinho e o Recanto Anastácio. Já no alto estão os conjuntos habitacionais da Cohab e algumas favelas. O lazer para os mais jovens se resume a meia dúzia de campos de futebol de terra. Por outro lado, sobram ocupações irregulares, botecos e matagais abandonados - é a segunda região com mais área verde da capital, atrás de Parelheiros.
A dificuldade de acesso rápido ao bairro é outro motivo de reclamação. A principal via que leva à região é a sempre congestionada Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, a antiga estrada São Paulo-Campinas. Nos fins de tarde, os coletivos levam duas horas para percorrê-la.
Não importa a faixa etária. Tanto nas crianças como entre moradores sexagenários, um sorriso antecede a resposta quando o assunto é a construção do Piritubão. Em qualquer discussão sobre a Copa do Mundo da África do Sul, vem logo a lembrança de que, em apenas quatro anos, pode ser a vez de o bairro, hoje com 164 mil habitantes, estar no centro dos holofotes internacionais, como Johannesburgo.
Mas a valorização imobiliária esperada pelos moradores pode ser ilusão, segundo alerta Luís Gambi, do Secovi (Sindicato da Habitação).
"Se a construção do estádio não for acompanhada pela chegada de uma boa infraestrutura, o bairro corre o risco de ver as ruas saturadas pelo trânsito, o que já vemos no Morumbi e no Pacaembu. A mobilidade pode ficar ainda pior", aponta. "Mesmo sem estádio, hoje Pirituba é um bairro em transformação, estão surgindo novos acessos e sobram espaços vazios para novos prédios. Se eu fosse investidor, apostaria em Pirituba, independentemente da Copa."
Estrutura. Por enquanto, os governos municipal e estadual não apresentaram um plano para incrementar, por exemplo, as redes de fornecimento de água e de energia elétrica para Pirituba até 2014. A Linha 6-Laranja do Metrô (São Joaquim-Brasilândia) não passa por Pirituba, mas está prevista para fazer a interligação com a Linha 7-Rubi da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (Luz-Jundiaí), que atende o bairro. As obras devem começar em 2011.
Jornal O Estado de SP
sábado, 26 de junho de 2010
De curso de circo a espaço do "Toy Story", veja programas para as férias

"O Voo - A Viagem de Teco-Teco" é um dos espetáculos que têm sessões durante as férias
De curso de circo a espaço do "Toy Story", veja programas para as férias
DE SÃO PAULO
Nestas férias de julho, você não precisa ficar sentado no sofá sem fazer nada: a Folhinha separou mais dicas de programas e lugares para comer guloseimas gostosas.
Programas
Brincadeira na cozinha
Lugar de criança também é na cozinha! E, nestas férias, você pode aprender a preparar pratos deliciosos, como nhoque, linguado gratinado e frango crocante. Estes cursos de culinária para crianças ensinam essas receitas e também os cuidados que devemos ter ao cozinhar.
As aulas também vão falar de higiene e de como é importante lavar bem os alimentos antes de prepará-los.
>> Curso Crianças & Panelas
Quando: 5 a 7, 20 a 23, 29 e 30, das 10h às 13h
Onde: Escola Wilma Kövesi (r. Cristiano Viana, 224; tel. 0/xx/11/3063-1592 e 0/xx/11/3082-9151)
Quanto: R$ 190 a R$ 380
Divulgação
Curso Arte Cerâmica ensina as crianças a moldarem argila para fazer objetos
Fazer arte
Brincar com argila é muito divertido. Nesta oficina, vai dar para aprender a transformá-la em objetos e a cozinhá-la, para virar cerâmica. As crianças também vão usar coisas que não servem mais, como canetas e garfos velhos, para fazer as obras.
A tradição dos ceramistas do Vale do Jequitinhonha, uma região de Minas Gerais, vai ser um dos assuntos do curso.
>> Curso de Arte Cerâmica
Quando: 12 a 30; das 9h30 às 12h ou das 14h30 às 17h
Onde: Atelier de Cerâmica Alessandra Dantas (r. João Elias Saada, 56; tel. 0/xx/11/3815-0935)
Quanto: R$ 115 (2 aulas)
Bonecos no teatro
Imagine histórias contadas por bonecos feitos de colheres e espátulas! Essa é uma das atrações do 10º Festival de Teatro de Bonecos, que mostra espetáculos de oito grupos. Alguns deles são "A Verdadeira História do Lobo Mau", "João Come Feijão", "A Bruxinha" e "Era uma Vez um Gato Xadrez".
>> 10º Festival de Teatro de Bonecos
Quando: 8/7 a 1º/8; quinta a domingo, às 17h
Onde: Shopping Jardim Sul (av. Giovanni Gronchi, 5.819; tel. 0/xx/11/3779-3900)
Quanto: grátis
Divulgação
Nos cursos de férias do Galpão do Circo, você aprende a fazer malabares e se pendurar em tecido
Ver com o coração
Lia é cega, mas nem por isso deixa de brincar com seu amigo Tico. Ele descobre que, mesmo que a amiga não veja os desenhos das nuvens no céu, ela pode enxergar com as mãos e o coração. Quem conta esta história, baseada em um livro da escritora Lô Galasso, é o grupo ÓcTrombada, com muita música.
>> Espetáculo "Mãos de Vento e Olhos de Dentro"
Quando: 18 e 25/7, e 1, 8, 22 e 29/8; domingo, às 15h30
Onde: Sesc Vila Mariana (r. Pelotas, 141; tel. 5080-3000)
Quanto: R$ 12, R$ 6 e R$ 3
No picadeiro
Imagine fazer malabares, andar de perna-de-pau e até se pendurar em pedaços de tecido. Nada disso é impossível para quem faz os cursos do Galpão do Circo. Lá, pessoas de três a 16 anos podem aprender alguns truques. E os menores têm cursos só para eles, com direito a desenhos e histórias.
>> Cursos de Férias para Crianças
Quando: 5 a 8, 19 a 22, 26 a 29; segunda a quinta, horários diversos
Onde: Galpão do Circo (r. Girassol, 323; tel. 0/xx/11/3812-1676 e 3815-6147)
Quanto: R$ 200 por semana
Divulgação
A peça "Filhotes da Amazônia", da Cia. Pia Fraus, está no Festival de Férias do Teatro Folha
Férias no teatro
Todos os dias tem espetáculo no Teatro Folha. São seis peças infantis que fizeram sucesso neste ano. Se você perdeu, é sua chance de conferir.
Em "100 + Nem Menos", da Cia. Noz de Teatro, dança, teatro e animação de bonecos se misturam para contar histórias folclóricas.
Os bonecos também aparecem no palco de "Filhotes da Amazônia", da Cia. Pia Fraus, com contos e lendas sobre animais.
Tem também "O Macaco Juiz", com texto de Tatiana Belinky, que já escreveu vários livros para crianças, entre outros espetáculos.
>> Festival de Férias
Quando: 3/7 a 1º/8; terça a domingo, às 16h; sábados e domingos, às 16h e às 17h40
Onde: Teatro Folha (av. Higienópolis, 618, piso 2; tel. 0/xx/11/3823-2323)
Quanto: R$ 30
Boneco nas alturas
Em boa parte do espetáculo "O Voo - A Viagem de Teco-Teco", da Cia. Circo de Bonecos, os personagens ficam lá no alto. Mas não só porque estão em cima do palco.
É que Teco, o personagem principal, é um menino corajoso que sonha em voar.
A história é inspirada na infância de Santos Dumont, pai da aviação.
>> Espetáculo "O Voo - A Viagem de Teco-Teco"
Quando: 10 a 31; sábados, às 16h30
Onde: praça de eventos do Sesc Vila Mariana (r. Pelotas, 141; tel. 5080-3000)
Quanto: grátis
Divulgação
"O Voo - A Viagem de Teco-Teco" é um dos espetáculos que têm sessões durante as férias
Clarice e seus bichos
A autora Clarice Lispector escreveu livros diversos para adultos. Para crianças, ela gostava de escrever especialmente sobre bichos. Galinha, macaca, cachorro e peixe, todos viraram personagens em seus livros infantis.
O espetáculo "Quase de Verdade", da Cia. Imago, que homenageia a escritora, conta a história de bichos que lutam por seus direitos dentro do universo das fábulas.
A história é contada por um animal, o cachorro Ulisses (nome de um cãozinho que Clarice teve), e por uma bailarina que representa Lispector. A peça mistura atores e bonecos.
>> Espetáculo "Quase de Verdade"
Quando: até 8/8; sábados e domingos, às 16h
Onde: Teatro Alfa (r. Bento Branco de Andrade Filho, 722; tel. 0/xx/11/5693-4000)
Quanto: R$ 12 a R$ 24
Férias com "Toy Story"
Buzz Lightyear, Woody e companhia resolveram dar uma voltinha no shopping nestas férias. É que o Anália Franco organizou seis atividades interativas inspiradas no filme "Toy Story".
Tem peça para montagem do personagem Cabeça de Batata, computadores gigantes com games do "Toy Story", espaço com pintura, playground espacial do Buzz, com luz negra e tintas fluorescentes simulando a galáxia, e um enorme quebra-cabeça.
>> Espaço Toy Story
Quando: até 4/7; segunda a domingo, 12h às 20h
Onde: praça de eventos do shopping Anália Franco (av. Regente Feijó, 1.739; tel. 0/xx/11/4003-4133)
Quanto: grátis
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"Tarde de Palhaçadas", da Gira Cia. Teatral, tem sessões na Funarte até o dia 15 de agosto
Hoje tem palhaçada
Reserve suas tardes do fim de semana para dar risadas. O divertido espetáculo "Tarde de Palhaçadas", da Gira Cia. Teatral, volta aos palcos de São Paulo para homenagear os grandes palhaços brasileiros, como Arrelia e Carequinha.
No palco, Batata, Tonelada e Pinhão fazem números clássicos do circo, acompanhados pela percussionista Jujuba.
>> Espetáculo "Tarde de Palhaçadas"
Quando: até 15/8; sábados e domingos, às 16h
Onde: Funarte (al. Nothmann, 1.058; tel: 0/xx/11/3662-5177)
Quanto: R$ 5 a R$ 10
A família vai ao museu
Todos os domingos de julho, o museu Lasar Segall traz uma programação especial para você aproveitar as férias ao lado da família.
No dia 4, tem contação de história em colaboração com os visitantes. Em seguida, todos participam de uma oficina de arte.
No dia 11, a ideia é passear pelos jardins do museu enquanto vocês ouvem histórias.
Dia 18, vocês podem visitar uma exposição retrospectiva do pintor e escultor Lasar Segall de um jeito diferente, participando de brincadeiras e jogos.
E no último domingo do mês é dia de teatro. Todas as atividades são grátis.
>> Projeto Museu-Família
Quando: 4 (contação de histórias e oficina de arte), 11 (narração de histórias), 18 (arte em família), 25 (vivência teatral); domingo, das 15h às 17h
Onde: museu Lasar Segall (r. Alfonso Celso, 362; tel. 0/xx/11/5572-3586)
Quanto: grátis. É preciso se inscrever antes na recepção do museu
Guloseimas
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A loja Wondercakes, na cidade de São Paulo, serve bolinhos enfeitados
Hambúrguer-delícia
A lanchonete Milk & Mellow é uma das opções de São Paulo para fazer um lanche bem gostoso. Lá, as crianças têm pratos só para elas. Um deles é o combo que junta um hambúrguer, um suco e uma porção de batatas ou nuggets (R$ 18,70).
>> Milk & Mellow (av. Cidade Jardim, 1.085; tel. 0/xx/11/3168-4516)
Bolinhos divertidos
Os cupcakes, bolinhos pequenos, para uma pessoa, viraram moda em São Paulo. Um dos lugares legais para experimentá-los é a Wondercakes.
A loja vende os sabores mais diferentes de bolinhos. Tem de brigadeiro, de coco --com recheio de beijinho--, de maçã com canela, de bombom Sonho de Valsa e até de capim-santo, um tipo de planta. Eles custam mais ou menos R$ 6. Dá vontade de provar todos!
>> Wondercakes (r. Augusta, 2.542; tel. 0/xx/11/3063-1209; www.wondercakes.com.br)
Folha de SP
De curso de circo a espaço do "Toy Story", veja programas para as férias
DE SÃO PAULO
Nestas férias de julho, você não precisa ficar sentado no sofá sem fazer nada: a Folhinha separou mais dicas de programas e lugares para comer guloseimas gostosas.
Programas
Brincadeira na cozinha
Lugar de criança também é na cozinha! E, nestas férias, você pode aprender a preparar pratos deliciosos, como nhoque, linguado gratinado e frango crocante. Estes cursos de culinária para crianças ensinam essas receitas e também os cuidados que devemos ter ao cozinhar.
As aulas também vão falar de higiene e de como é importante lavar bem os alimentos antes de prepará-los.
>> Curso Crianças & Panelas
Quando: 5 a 7, 20 a 23, 29 e 30, das 10h às 13h
Onde: Escola Wilma Kövesi (r. Cristiano Viana, 224; tel. 0/xx/11/3063-1592 e 0/xx/11/3082-9151)
Quanto: R$ 190 a R$ 380
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Curso Arte Cerâmica ensina as crianças a moldarem argila para fazer objetos
Fazer arte
Brincar com argila é muito divertido. Nesta oficina, vai dar para aprender a transformá-la em objetos e a cozinhá-la, para virar cerâmica. As crianças também vão usar coisas que não servem mais, como canetas e garfos velhos, para fazer as obras.
A tradição dos ceramistas do Vale do Jequitinhonha, uma região de Minas Gerais, vai ser um dos assuntos do curso.
>> Curso de Arte Cerâmica
Quando: 12 a 30; das 9h30 às 12h ou das 14h30 às 17h
Onde: Atelier de Cerâmica Alessandra Dantas (r. João Elias Saada, 56; tel. 0/xx/11/3815-0935)
Quanto: R$ 115 (2 aulas)
Bonecos no teatro
Imagine histórias contadas por bonecos feitos de colheres e espátulas! Essa é uma das atrações do 10º Festival de Teatro de Bonecos, que mostra espetáculos de oito grupos. Alguns deles são "A Verdadeira História do Lobo Mau", "João Come Feijão", "A Bruxinha" e "Era uma Vez um Gato Xadrez".
>> 10º Festival de Teatro de Bonecos
Quando: 8/7 a 1º/8; quinta a domingo, às 17h
Onde: Shopping Jardim Sul (av. Giovanni Gronchi, 5.819; tel. 0/xx/11/3779-3900)
Quanto: grátis
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Nos cursos de férias do Galpão do Circo, você aprende a fazer malabares e se pendurar em tecido
Ver com o coração
Lia é cega, mas nem por isso deixa de brincar com seu amigo Tico. Ele descobre que, mesmo que a amiga não veja os desenhos das nuvens no céu, ela pode enxergar com as mãos e o coração. Quem conta esta história, baseada em um livro da escritora Lô Galasso, é o grupo ÓcTrombada, com muita música.
>> Espetáculo "Mãos de Vento e Olhos de Dentro"
Quando: 18 e 25/7, e 1, 8, 22 e 29/8; domingo, às 15h30
Onde: Sesc Vila Mariana (r. Pelotas, 141; tel. 5080-3000)
Quanto: R$ 12, R$ 6 e R$ 3
No picadeiro
Imagine fazer malabares, andar de perna-de-pau e até se pendurar em pedaços de tecido. Nada disso é impossível para quem faz os cursos do Galpão do Circo. Lá, pessoas de três a 16 anos podem aprender alguns truques. E os menores têm cursos só para eles, com direito a desenhos e histórias.
>> Cursos de Férias para Crianças
Quando: 5 a 8, 19 a 22, 26 a 29; segunda a quinta, horários diversos
Onde: Galpão do Circo (r. Girassol, 323; tel. 0/xx/11/3812-1676 e 3815-6147)
Quanto: R$ 200 por semana
Divulgação
A peça "Filhotes da Amazônia", da Cia. Pia Fraus, está no Festival de Férias do Teatro Folha
Férias no teatro
Todos os dias tem espetáculo no Teatro Folha. São seis peças infantis que fizeram sucesso neste ano. Se você perdeu, é sua chance de conferir.
Em "100 + Nem Menos", da Cia. Noz de Teatro, dança, teatro e animação de bonecos se misturam para contar histórias folclóricas.
Os bonecos também aparecem no palco de "Filhotes da Amazônia", da Cia. Pia Fraus, com contos e lendas sobre animais.
Tem também "O Macaco Juiz", com texto de Tatiana Belinky, que já escreveu vários livros para crianças, entre outros espetáculos.
>> Festival de Férias
Quando: 3/7 a 1º/8; terça a domingo, às 16h; sábados e domingos, às 16h e às 17h40
Onde: Teatro Folha (av. Higienópolis, 618, piso 2; tel. 0/xx/11/3823-2323)
Quanto: R$ 30
Boneco nas alturas
Em boa parte do espetáculo "O Voo - A Viagem de Teco-Teco", da Cia. Circo de Bonecos, os personagens ficam lá no alto. Mas não só porque estão em cima do palco.
É que Teco, o personagem principal, é um menino corajoso que sonha em voar.
A história é inspirada na infância de Santos Dumont, pai da aviação.
>> Espetáculo "O Voo - A Viagem de Teco-Teco"
Quando: 10 a 31; sábados, às 16h30
Onde: praça de eventos do Sesc Vila Mariana (r. Pelotas, 141; tel. 5080-3000)
Quanto: grátis
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"O Voo - A Viagem de Teco-Teco" é um dos espetáculos que têm sessões durante as férias
Clarice e seus bichos
A autora Clarice Lispector escreveu livros diversos para adultos. Para crianças, ela gostava de escrever especialmente sobre bichos. Galinha, macaca, cachorro e peixe, todos viraram personagens em seus livros infantis.
O espetáculo "Quase de Verdade", da Cia. Imago, que homenageia a escritora, conta a história de bichos que lutam por seus direitos dentro do universo das fábulas.
A história é contada por um animal, o cachorro Ulisses (nome de um cãozinho que Clarice teve), e por uma bailarina que representa Lispector. A peça mistura atores e bonecos.
>> Espetáculo "Quase de Verdade"
Quando: até 8/8; sábados e domingos, às 16h
Onde: Teatro Alfa (r. Bento Branco de Andrade Filho, 722; tel. 0/xx/11/5693-4000)
Quanto: R$ 12 a R$ 24
Férias com "Toy Story"
Buzz Lightyear, Woody e companhia resolveram dar uma voltinha no shopping nestas férias. É que o Anália Franco organizou seis atividades interativas inspiradas no filme "Toy Story".
Tem peça para montagem do personagem Cabeça de Batata, computadores gigantes com games do "Toy Story", espaço com pintura, playground espacial do Buzz, com luz negra e tintas fluorescentes simulando a galáxia, e um enorme quebra-cabeça.
>> Espaço Toy Story
Quando: até 4/7; segunda a domingo, 12h às 20h
Onde: praça de eventos do shopping Anália Franco (av. Regente Feijó, 1.739; tel. 0/xx/11/4003-4133)
Quanto: grátis
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"Tarde de Palhaçadas", da Gira Cia. Teatral, tem sessões na Funarte até o dia 15 de agosto
Hoje tem palhaçada
Reserve suas tardes do fim de semana para dar risadas. O divertido espetáculo "Tarde de Palhaçadas", da Gira Cia. Teatral, volta aos palcos de São Paulo para homenagear os grandes palhaços brasileiros, como Arrelia e Carequinha.
No palco, Batata, Tonelada e Pinhão fazem números clássicos do circo, acompanhados pela percussionista Jujuba.
>> Espetáculo "Tarde de Palhaçadas"
Quando: até 15/8; sábados e domingos, às 16h
Onde: Funarte (al. Nothmann, 1.058; tel: 0/xx/11/3662-5177)
Quanto: R$ 5 a R$ 10
A família vai ao museu
Todos os domingos de julho, o museu Lasar Segall traz uma programação especial para você aproveitar as férias ao lado da família.
No dia 4, tem contação de história em colaboração com os visitantes. Em seguida, todos participam de uma oficina de arte.
No dia 11, a ideia é passear pelos jardins do museu enquanto vocês ouvem histórias.
Dia 18, vocês podem visitar uma exposição retrospectiva do pintor e escultor Lasar Segall de um jeito diferente, participando de brincadeiras e jogos.
E no último domingo do mês é dia de teatro. Todas as atividades são grátis.
>> Projeto Museu-Família
Quando: 4 (contação de histórias e oficina de arte), 11 (narração de histórias), 18 (arte em família), 25 (vivência teatral); domingo, das 15h às 17h
Onde: museu Lasar Segall (r. Alfonso Celso, 362; tel. 0/xx/11/5572-3586)
Quanto: grátis. É preciso se inscrever antes na recepção do museu
Guloseimas
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A loja Wondercakes, na cidade de São Paulo, serve bolinhos enfeitados
Hambúrguer-delícia
A lanchonete Milk & Mellow é uma das opções de São Paulo para fazer um lanche bem gostoso. Lá, as crianças têm pratos só para elas. Um deles é o combo que junta um hambúrguer, um suco e uma porção de batatas ou nuggets (R$ 18,70).
>> Milk & Mellow (av. Cidade Jardim, 1.085; tel. 0/xx/11/3168-4516)
Bolinhos divertidos
Os cupcakes, bolinhos pequenos, para uma pessoa, viraram moda em São Paulo. Um dos lugares legais para experimentá-los é a Wondercakes.
A loja vende os sabores mais diferentes de bolinhos. Tem de brigadeiro, de coco --com recheio de beijinho--, de maçã com canela, de bombom Sonho de Valsa e até de capim-santo, um tipo de planta. Eles custam mais ou menos R$ 6. Dá vontade de provar todos!
>> Wondercakes (r. Augusta, 2.542; tel. 0/xx/11/3063-1209; www.wondercakes.com.br)
Folha de SP
Veja o que funciona em SP na segunda, dia de jogo do Brasil na Copa
As repartições públicas municipais vão funcionar em esquema especial nesta segunda-feira (28) na cidade de São Paulo, dia do jogo do Brasil pelas oitavas de final da Copa do Mundo na África do Sul. Como a partida começa às 15h30, o expediente será encerrado às 14h.
Bancos
Segundo a Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), em São Paulo e nas regiões metropolitanas os bancos funcionam das 8h às 14h. Nas cidades cujo atendimento é de 5 horas, o expediente começa às 9h.
Trânsito
Os ônibus e o metrô vão funcionar durante todo o dia para atender os passageiros que vão para o trabalho antes e depois da partida. A Secretaria de Transportes vai antecipar o pico da tarde, com toda a frota disponível, para as 12h. A previsão de maior movimento deve ser entre as 13h30 e as 15h30.
O rodízio de veículos não foi suspenso, e as placas com final 1 e 2 ficam proibidas de circular pelo centro expandido. Nos outros dois jogos da seleção em dias úteis, o rodízio foi suspenso à tarde.
A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) vai monitorar os principais corredores da cidade, aumentar o efetivo de agentes em 30% e deslocá-los para locais que concentram bares e restaurantes, como os bairros de Moema, Jardins, Vila Mariana, Pinheiros, Vila Madalena, Vila Olímpia, Santana, Tatuapé, centro, entre outros. O estacionamento em esquema de Zona Azul vai funcionar normalmente.
Saúde
Os hospitais, os serviços de AMA (Assistência Médica Ambulatorial) 24 horas e prontos-socorros funcionarão normalmente. As UBS (Unidades Básicas de Saúde), AMAs Especialidades e Ambulatórios de Especialidades ficam abertas até as 14h.
Educação
Nas creches e escolas municipais só haverá aula no período da manhã.
Abastecimento
Os mercados Municipal, Santo Amaro, Ipiranga, Pirituba e Kinjo Yamato, funcionam normalmente e exibirão o jogo em telões ou tvs. Os mercados Central Leste, Guaianases, Lapa, Penha, São Miguel, Vila Formosa e Teotônio Vilela ficarão fechados durante o jogo, mas depois serão abertos. Os sacolões e feiras livres funcionarão nos locais e horários habituais.
Abrigos
Os equipamentos da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social que prestam atendimento à população, como centros de acolhida e abrigos, funcionarão no horário normal.
Parques
Os parques municipais serão fechados às 14h.
Folha de SP
Bancos
Segundo a Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), em São Paulo e nas regiões metropolitanas os bancos funcionam das 8h às 14h. Nas cidades cujo atendimento é de 5 horas, o expediente começa às 9h.
Trânsito
Os ônibus e o metrô vão funcionar durante todo o dia para atender os passageiros que vão para o trabalho antes e depois da partida. A Secretaria de Transportes vai antecipar o pico da tarde, com toda a frota disponível, para as 12h. A previsão de maior movimento deve ser entre as 13h30 e as 15h30.
O rodízio de veículos não foi suspenso, e as placas com final 1 e 2 ficam proibidas de circular pelo centro expandido. Nos outros dois jogos da seleção em dias úteis, o rodízio foi suspenso à tarde.
A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) vai monitorar os principais corredores da cidade, aumentar o efetivo de agentes em 30% e deslocá-los para locais que concentram bares e restaurantes, como os bairros de Moema, Jardins, Vila Mariana, Pinheiros, Vila Madalena, Vila Olímpia, Santana, Tatuapé, centro, entre outros. O estacionamento em esquema de Zona Azul vai funcionar normalmente.
Saúde
Os hospitais, os serviços de AMA (Assistência Médica Ambulatorial) 24 horas e prontos-socorros funcionarão normalmente. As UBS (Unidades Básicas de Saúde), AMAs Especialidades e Ambulatórios de Especialidades ficam abertas até as 14h.
Educação
Nas creches e escolas municipais só haverá aula no período da manhã.
Abastecimento
Os mercados Municipal, Santo Amaro, Ipiranga, Pirituba e Kinjo Yamato, funcionam normalmente e exibirão o jogo em telões ou tvs. Os mercados Central Leste, Guaianases, Lapa, Penha, São Miguel, Vila Formosa e Teotônio Vilela ficarão fechados durante o jogo, mas depois serão abertos. Os sacolões e feiras livres funcionarão nos locais e horários habituais.
Abrigos
Os equipamentos da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social que prestam atendimento à população, como centros de acolhida e abrigos, funcionarão no horário normal.
Parques
Os parques municipais serão fechados às 14h.
Folha de SP
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Acompanhe o trânsito em São Paulo
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1289524-7823-RADAR+SP,00.html
Trens e Metrô funcionam normalmente. A capital tem apenas 16 quilômetros de congestionamento, muito abaixo do comum para o horário.
Trens e Metrô funcionam normalmente. A capital tem apenas 16 quilômetros de congestionamento, muito abaixo do comum para o horário.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Veja como está o trânsito em São Paulo
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1288795-7823-RADAR+SP,00.html
Quinta-feira, 24/06/2010
Guindaste tombou na Avenida Professor Luis Inácio Anhaia Melo. Na Freguesia do Ó, um bueiro sem tampa complicou o trânsito. Ministério Público investiga quantas ruas estão fechadas de forma irregular.
Quinta-feira, 24/06/2010
Guindaste tombou na Avenida Professor Luis Inácio Anhaia Melo. Na Freguesia do Ó, um bueiro sem tampa complicou o trânsito. Ministério Público investiga quantas ruas estão fechadas de forma irregular.
Limpeza dos piscinões de São Paulo ainda não está completa
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1288238-7823-LIMPEZA+DOS+PISCINOES+DE+SAO+PAULO+AINDA+NAO+ESTA+COMPLETA,00.html
Na Freguesia do Ó, as canaletas de concreto estão visíveis e o serviço está completo. Já em Sapopemba, o Piscinão do Oratório os montes de sujeita ficaram nas margens.
Na Freguesia do Ó, as canaletas de concreto estão visíveis e o serviço está completo. Já em Sapopemba, o Piscinão do Oratório os montes de sujeita ficaram nas margens.
MP abre inquérito saber quantas ruas estão fechadas irregularmente em SP
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1288478-7823-MP+ABRE+INQUERITO+SABER+QUANTAS+RUAS+ESTAO+FECHADAS+IRREGULARMENTE+EM+SP,00.html
São espaços públicos transformados em propriedade particular. Em alguns casos, até grades foram encontradas fechando as ruas. A instalação de cancelas precisa passar por aprovação.
São espaços públicos transformados em propriedade particular. Em alguns casos, até grades foram encontradas fechando as ruas. A instalação de cancelas precisa passar por aprovação.
0 carros são multados por fugir da inspeção
0 carros são multados por fugir da inspeção
Desde setembro, 1.695 veículos foram abordados nas 94 blitze feitas pela PM e por fiscais da Prefeitura
24 de junho de 2010
Marcela Spinosa - O Estado de S.Paulo
Há mais de um mês, o carro da autônoma R.M., de 42 anos, está encostado na garagem. A proprietária esqueceu de fazer a inspeção veicular e agora usa transporte público para trabalhar. Prefere deixar o veículo em casa para evitar engrossar as estatísticas de motoristas multados em R$ 550 por dirigirem carros sem vistoria. Entre setembro e 16 de junho, 260 dos 1.695 condutores abordados em fiscalizações em São Paulo foram autuados.
"Prefiro andar de ônibus a levar uma multa dessas. Mas já marquei a inspeção", diz a autônoma R., cujo carro com placa final 2 deveria ter passado pela avaliação até 31 de maio.
As multas foram aplicadas em 94 comandos da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, responsável pelo programa, em parceria com a Polícia Militar. A inspeção que verifica a emissão de poluentes tornou-se obrigatória neste ano para toda a frota e deve ser feita 90 dias antes do prazo final para licenciar o veículo.
Outros problemas. As operações da PM e da secretaria, no entanto, não se restringem à verificação da realização da inspeção veicular. Enquanto os fiscais da Prefeitura se ocupam dessa parte, os policiais observam outras possíveis irregularidades, como habilitação vencida e falta de manutenção. E o número de multas por esses e outros problemas superaram a quantidade de motoristas autuados por dirigirem sem terem feito a inspeção veicular: 861.
"Checamos outros problemas, como se fosse uma abordagem normal. Vemos as condições do veículo e a situação do condutor, tanto administrativa quanto criminal", explica Paulo Sérgio de Oliveira, capitão do Comando de Policiamento de Trânsito (CPTran).
O diretor técnico do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo (Sindirepa-SP), Antonio Gaspar de Oliveira, considera positiva a intenção da Polícia Militar. "Se não tiver comando e multa, o motorista continuará rodando na cidade."
Jornal o Estado de SP
Desde setembro, 1.695 veículos foram abordados nas 94 blitze feitas pela PM e por fiscais da Prefeitura
24 de junho de 2010
Marcela Spinosa - O Estado de S.Paulo
Há mais de um mês, o carro da autônoma R.M., de 42 anos, está encostado na garagem. A proprietária esqueceu de fazer a inspeção veicular e agora usa transporte público para trabalhar. Prefere deixar o veículo em casa para evitar engrossar as estatísticas de motoristas multados em R$ 550 por dirigirem carros sem vistoria. Entre setembro e 16 de junho, 260 dos 1.695 condutores abordados em fiscalizações em São Paulo foram autuados.
"Prefiro andar de ônibus a levar uma multa dessas. Mas já marquei a inspeção", diz a autônoma R., cujo carro com placa final 2 deveria ter passado pela avaliação até 31 de maio.
As multas foram aplicadas em 94 comandos da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, responsável pelo programa, em parceria com a Polícia Militar. A inspeção que verifica a emissão de poluentes tornou-se obrigatória neste ano para toda a frota e deve ser feita 90 dias antes do prazo final para licenciar o veículo.
Outros problemas. As operações da PM e da secretaria, no entanto, não se restringem à verificação da realização da inspeção veicular. Enquanto os fiscais da Prefeitura se ocupam dessa parte, os policiais observam outras possíveis irregularidades, como habilitação vencida e falta de manutenção. E o número de multas por esses e outros problemas superaram a quantidade de motoristas autuados por dirigirem sem terem feito a inspeção veicular: 861.
"Checamos outros problemas, como se fosse uma abordagem normal. Vemos as condições do veículo e a situação do condutor, tanto administrativa quanto criminal", explica Paulo Sérgio de Oliveira, capitão do Comando de Policiamento de Trânsito (CPTran).
O diretor técnico do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo (Sindirepa-SP), Antonio Gaspar de Oliveira, considera positiva a intenção da Polícia Militar. "Se não tiver comando e multa, o motorista continuará rodando na cidade."
Jornal o Estado de SP
domingo, 20 de junho de 2010
Queixas no 190 relativas ao barulho crescem 226%
Queixas no 190 relativas ao barulho crescem 226%
20 de junho de
FILIPE VILICIC E MARCELO GODOY - Agência Estado
O barulho incomoda cada vez mais o paulistano. E, como chamar o síndico ou a Prefeitura nem sempre é eficaz, o jeito é apelar para a polícia e recorrer ao 190. O resultado disso está nas chamadas atendidas nos fins de semana pelo Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) - e na explosão de reclamações por causa dos decibéis das festas, cantorias, bebedeiras, rezas e até rojões. De 2006 a 2010, os casos de "perturbação do sossego" cresceram 226%.
O problema é que cada vez mais um serviço que deveria atender emergências, como roubos com reféns, é usado para mediar conflitos causados por vizinhos barulhentos. Há, por exemplo, reclamação contra morador de favela que fecha rua para fazer festa. Ou jovens que fazem um quarteirão inteiro escutar a música de seus carros estacionados em postos de gasolina.
"As queixas de barulho já ultrapassaram os crimes contra a pessoa - como homicídios e lesões corporais - entre as chamadas mais atendidas pela PM", confirma o comandante do Copom, major Ulisses Puosso. E hoje só perdem nos fins de semana para as ocorrências de crimes contra o patrimônio - como roubos e furtos - e para as brigas e discussões, as chamadas "desinteligências". "Há casos em que é necessário até enviar a Tropa de Choque para resolver o problema", diz o chefe do plantão noturno do Centro de Operações, capitão Caio Grimaldi Desbrousses.
As zonas leste e sul da capital paulista respondem por 60% dos chamados contra o barulho. Igrejas e bares com alvarás, como os da Vila Madalena, na zona oeste, por exemplo, quase não causam problemas à PM. "Moradores de lá sabem que devem reclamar para o Psiu (Programa de Silêncio Urbano, da Prefeitura)", afirma o major. É a cidade clandestina, portanto, que mais incomoda. E na periferia da cidade o problema do barulho vira praga urbana. No Jardim Elisa Maria, zona norte, por exemplo, quase todo fim de semana tem reclamação.
Jornal O Estado de SP
20 de junho de
FILIPE VILICIC E MARCELO GODOY - Agência Estado
O barulho incomoda cada vez mais o paulistano. E, como chamar o síndico ou a Prefeitura nem sempre é eficaz, o jeito é apelar para a polícia e recorrer ao 190. O resultado disso está nas chamadas atendidas nos fins de semana pelo Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) - e na explosão de reclamações por causa dos decibéis das festas, cantorias, bebedeiras, rezas e até rojões. De 2006 a 2010, os casos de "perturbação do sossego" cresceram 226%.
O problema é que cada vez mais um serviço que deveria atender emergências, como roubos com reféns, é usado para mediar conflitos causados por vizinhos barulhentos. Há, por exemplo, reclamação contra morador de favela que fecha rua para fazer festa. Ou jovens que fazem um quarteirão inteiro escutar a música de seus carros estacionados em postos de gasolina.
"As queixas de barulho já ultrapassaram os crimes contra a pessoa - como homicídios e lesões corporais - entre as chamadas mais atendidas pela PM", confirma o comandante do Copom, major Ulisses Puosso. E hoje só perdem nos fins de semana para as ocorrências de crimes contra o patrimônio - como roubos e furtos - e para as brigas e discussões, as chamadas "desinteligências". "Há casos em que é necessário até enviar a Tropa de Choque para resolver o problema", diz o chefe do plantão noturno do Centro de Operações, capitão Caio Grimaldi Desbrousses.
As zonas leste e sul da capital paulista respondem por 60% dos chamados contra o barulho. Igrejas e bares com alvarás, como os da Vila Madalena, na zona oeste, por exemplo, quase não causam problemas à PM. "Moradores de lá sabem que devem reclamar para o Psiu (Programa de Silêncio Urbano, da Prefeitura)", afirma o major. É a cidade clandestina, portanto, que mais incomoda. E na periferia da cidade o problema do barulho vira praga urbana. No Jardim Elisa Maria, zona norte, por exemplo, quase todo fim de semana tem reclamação.
Jornal O Estado de SP
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Prefeitura de SP quer túnel de 12 km entre Lapa e Brás
Prefeitura de SP quer túnel de 12 km entre Lapa e Brás
17 de junho de 2010
AE - Agência Estado
A Prefeitura de São Paulo pretende finalizar em um ano e enviar à Câmara até setembro de 2011 o projeto mais ambicioso e caro da atual gestão: um túnel de 12 quilômetros para as linhas 7 e 8 da Companhia Paulista dos Transportes Metropolitanos (CPTM) que permitirá a construção de uma avenida-parque com a mesma extensão, partindo da Lapa, na zona oeste, e indo até a região do Brás, na zona leste.
Foram os planos de construção dessa obra que permitiram ao prefeito Gilberto Kassab (DEM) anunciar, há dois meses, o sonho de demolir o Elevado Costa e Silva (Minhocão), no centro. A licitação para a contratação da empresa deve ser aberta em agosto. A expectativa é de aprovar o projeto de lei na Câmara ainda no próximo ano, para que a operação urbana e as obras comecem em 2012. "A linha ferroviária é uma cicatriz em uma grande área nobre da cidade que dificulta o desenvolvimento de muitos bairros. Acreditamos que o aterramento da linha e a integração dos dois lados da cidade, juntamente com a requalificação urbana da região, vai ser importante para resolver o problema", afirma o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Miguel Bucalem.
Bucalem prefere ainda não falar em custos. Ele admite, porém, que o valor das obras deve ultrapassar os R$ 3 bilhões previstos para a construção do túnel de 4,2 quilômetros que vai da Avenida Roberto Marinho até a Imigrantes - atualmente, a obra mais cara em andamento no Município. Somente os custos para o aterramento de 12 quilômetros de linha e a construção de estações subterrâneas devem ultrapassar R$ 1 bilhão - considerando-se o valor de construção de 1 quilômetro de Metrô, cujo preço varia entre R$ 70 milhões e R$ 200 milhões.
A expectativa é de que o financiamento da obra seja feito por meio da venda dos Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs), títulos que permitem construir imóveis com áreas superiores às permitidas pela Lei de Zoneamento. Os recursos do mercado viriam com a melhoria e a requalificação de uma área 2.146 hectares (equivalente a 15 Parques do Ibirapuera). "Entendemos que essa nova operação urbana pode ser importante para a cidade. A área atingida é enorme e é um projeto que vai demorar décadas, porque o dinheiro não vai vir a curto prazo. Tem de ter critério, pois não basta enterrar a linha do trem para incentivar o desenvolvimento dos bairros", diz a urbanista e arquiteta Lucila Lacreta, do Movimento Defenda São Paulo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Jornal O Estado de SP
17 de junho de 2010
AE - Agência Estado
A Prefeitura de São Paulo pretende finalizar em um ano e enviar à Câmara até setembro de 2011 o projeto mais ambicioso e caro da atual gestão: um túnel de 12 quilômetros para as linhas 7 e 8 da Companhia Paulista dos Transportes Metropolitanos (CPTM) que permitirá a construção de uma avenida-parque com a mesma extensão, partindo da Lapa, na zona oeste, e indo até a região do Brás, na zona leste.
Foram os planos de construção dessa obra que permitiram ao prefeito Gilberto Kassab (DEM) anunciar, há dois meses, o sonho de demolir o Elevado Costa e Silva (Minhocão), no centro. A licitação para a contratação da empresa deve ser aberta em agosto. A expectativa é de aprovar o projeto de lei na Câmara ainda no próximo ano, para que a operação urbana e as obras comecem em 2012. "A linha ferroviária é uma cicatriz em uma grande área nobre da cidade que dificulta o desenvolvimento de muitos bairros. Acreditamos que o aterramento da linha e a integração dos dois lados da cidade, juntamente com a requalificação urbana da região, vai ser importante para resolver o problema", afirma o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Miguel Bucalem.
Bucalem prefere ainda não falar em custos. Ele admite, porém, que o valor das obras deve ultrapassar os R$ 3 bilhões previstos para a construção do túnel de 4,2 quilômetros que vai da Avenida Roberto Marinho até a Imigrantes - atualmente, a obra mais cara em andamento no Município. Somente os custos para o aterramento de 12 quilômetros de linha e a construção de estações subterrâneas devem ultrapassar R$ 1 bilhão - considerando-se o valor de construção de 1 quilômetro de Metrô, cujo preço varia entre R$ 70 milhões e R$ 200 milhões.
A expectativa é de que o financiamento da obra seja feito por meio da venda dos Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs), títulos que permitem construir imóveis com áreas superiores às permitidas pela Lei de Zoneamento. Os recursos do mercado viriam com a melhoria e a requalificação de uma área 2.146 hectares (equivalente a 15 Parques do Ibirapuera). "Entendemos que essa nova operação urbana pode ser importante para a cidade. A área atingida é enorme e é um projeto que vai demorar décadas, porque o dinheiro não vai vir a curto prazo. Tem de ter critério, pois não basta enterrar a linha do trem para incentivar o desenvolvimento dos bairros", diz a urbanista e arquiteta Lucila Lacreta, do Movimento Defenda São Paulo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Jornal O Estado de SP
quarta-feira, 16 de junho de 2010
São Paulo parou para o Brasil jogar

Foi um dia atípico na maior metrópole da América do Sul. De repente, tudo parou. Deserta, a cidade entrou em silêncio profundo. Só explodiu quando Maicon fez o primeiro gol da Seleção.
Ivan Ventura - 15/6/2010
Ivan Ventura - 15/6/2010
No Largo do Café, junto ao edifício da Bolsa de Valores de São Paulo, em pleno Centro Velho da cidade, o músico de rua toca sua flauta transversal. Os paulistanos abandonaram as ruas para ver a vitória da Seleção.Um estranho fenômeno foi notado ontem, em São Paulo, entre 15h30 e 17h30. Durante essas duas horas, os veículos que minutos antes amargavam um congestionamento de quase 200 quilômetros, praticamente desapareceram das marginais Tietê e Pinheiros, da avenida 23 de Maio e da área mais central da cidade. E não apenas os carros. Os paulistanos também sumiram. A sempre apinhada rua 25 de Março virou um deserto. Nem camelô havia.
Metrópole vazia
Mas, afinal, para onde foi tanta gente? A resposta, óbvia, não deixava de surpreender. Não é sempre que se vê uma metrópole vazia. A grande maioria dos paulistanos foi para casa ver a estreia da Seleção Brasileira na Copa da África. Parte ficou no Centro, em bares e restaurantes, e um grupo considerável foi ver a vitória por 2 a 1 contra a Coreia do Norte no telão do Anhangabaú.
A rigor, foi uma terça-feira atípica na cidade. O dia começou cedo. Os bancos, por exemplo, abriram suas portas às 8h e encerram o atendimento às 14h. Comércio, empresas em geral, escolas e repartições públicas adaptaram seus horários em função do futebol. Por toda parte, muita pressa.
Agliberto Lima/DC
No Vale do Anhangabaú, uma providencial ajuda da padroeira.Lá pelas 13h, mais tensão. Dos prédios do Centro muita gente começou a deixar o trabalho rumo a suas casas ou a algum outro programa com amigos. Às 13h30 a pressa virou frenesi e a cidade experimentou um congestionamento-monstro que durou até minutos antes do jogo, às 15h30. Na contramão dos horários de pico, a marginal Tietê, às 14h50, ficou tomada por carros, caminhões, motos e ônibus.
Congestionamento
Na 23 de Maio, próximo ao viaduto Tutóia, às 13h13, era difícil encontrar um espaço vazio em meio a tantos veículos. Os congestionamentos foram crescendo. Por volta das 15h a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) registrou 199 quilômetros de lentidão. Nas rádios, relatos de acidentes provocados pela pressa. De fato, a tensão era exagerada. As buzinas assumiram, então, o papel das vuvuzelas.
Na 25 de Março, outro um exemplo de dia atípico: por volta do meio-dia, as cornetas soavam ensurdecedoras por toda a rua de comércio popular. Mas tudo isso mudou após o início da partida. Às 15h30, apenas uns poucos catadores de papelão, policiais militares e meia dúzia de camelôs, se tanto, que tentavam, em vão, vender suas últimas vuvuzelas. De tão vazia, um PM gritou para um camelô: "A loja fechou para você. Vai começar o jogo". O próximo adversário do Brasil será a Costa do Marfim, no domingo, às 15h30. O terceiro jogo será sexta-feira, dia 25, às 11h, contra a seleção portuguesa.
Diário do Comércio
Metrópole vazia
Mas, afinal, para onde foi tanta gente? A resposta, óbvia, não deixava de surpreender. Não é sempre que se vê uma metrópole vazia. A grande maioria dos paulistanos foi para casa ver a estreia da Seleção Brasileira na Copa da África. Parte ficou no Centro, em bares e restaurantes, e um grupo considerável foi ver a vitória por 2 a 1 contra a Coreia do Norte no telão do Anhangabaú.
A rigor, foi uma terça-feira atípica na cidade. O dia começou cedo. Os bancos, por exemplo, abriram suas portas às 8h e encerram o atendimento às 14h. Comércio, empresas em geral, escolas e repartições públicas adaptaram seus horários em função do futebol. Por toda parte, muita pressa.
Agliberto Lima/DC
No Vale do Anhangabaú, uma providencial ajuda da padroeira.Lá pelas 13h, mais tensão. Dos prédios do Centro muita gente começou a deixar o trabalho rumo a suas casas ou a algum outro programa com amigos. Às 13h30 a pressa virou frenesi e a cidade experimentou um congestionamento-monstro que durou até minutos antes do jogo, às 15h30. Na contramão dos horários de pico, a marginal Tietê, às 14h50, ficou tomada por carros, caminhões, motos e ônibus.
Congestionamento
Na 23 de Maio, próximo ao viaduto Tutóia, às 13h13, era difícil encontrar um espaço vazio em meio a tantos veículos. Os congestionamentos foram crescendo. Por volta das 15h a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) registrou 199 quilômetros de lentidão. Nas rádios, relatos de acidentes provocados pela pressa. De fato, a tensão era exagerada. As buzinas assumiram, então, o papel das vuvuzelas.
Na 25 de Março, outro um exemplo de dia atípico: por volta do meio-dia, as cornetas soavam ensurdecedoras por toda a rua de comércio popular. Mas tudo isso mudou após o início da partida. Às 15h30, apenas uns poucos catadores de papelão, policiais militares e meia dúzia de camelôs, se tanto, que tentavam, em vão, vender suas últimas vuvuzelas. De tão vazia, um PM gritou para um camelô: "A loja fechou para você. Vai começar o jogo". O próximo adversário do Brasil será a Costa do Marfim, no domingo, às 15h30. O terceiro jogo será sexta-feira, dia 25, às 11h, contra a seleção portuguesa.
Diário do Comércio
terça-feira, 1 de junho de 2010
Moradores do centro de SP querem proibir doação de comida para sem-teto
Moradores e comerciantes de Santa Cecília, no centro de São Paulo, traçaram uma estratégia para expulsar os moradores de rua do bairro: farão uma ofensiva para que ONGs e restaurantes parem de doar comida a pedintes. A informação é da reportagem de Afonso Benites publicada na edição desta terça-feira da .
De acordo com o texto, a restrição de doações aos sem-teto foi planejada em reunião do Conseg (Conselho Comunitário de Segurança) na última semana, que foi acompanhada pela Folha. Entre os participantes da reunião, estavam representantes de moradores, comerciantes, polícia, Subprefeitura da Sé, Guarda Civil e hospital Santa Casa.
Ninguém se manifestou contra a proposta. Uma comerciante disse que jogava desinfetante nos moradores de rua que dormiam na porta de sua loja pela manhã. Houve quem afirmasse que passaria a fazer o mesmo. "Deveria haver um local que concentrasse todas as instituições que querem doar. Mas não na rua, sem higiene", diz o presidente do Conseg, Jorge Rodrigues.
fOLHA de SP de 2010
De acordo com o texto, a restrição de doações aos sem-teto foi planejada em reunião do Conseg (Conselho Comunitário de Segurança) na última semana, que foi acompanhada pela Folha. Entre os participantes da reunião, estavam representantes de moradores, comerciantes, polícia, Subprefeitura da Sé, Guarda Civil e hospital Santa Casa.
Ninguém se manifestou contra a proposta. Uma comerciante disse que jogava desinfetante nos moradores de rua que dormiam na porta de sua loja pela manhã. Houve quem afirmasse que passaria a fazer o mesmo. "Deveria haver um local que concentrasse todas as instituições que querem doar. Mas não na rua, sem higiene", diz o presidente do Conseg, Jorge Rodrigues.
fOLHA de SP de 2010
Frota de SP cresce 43,2% e rodízio de veículo perde efeito

Frota de SP cresce 43,2% e rodízio de veículo perde efeito
Entre 1997 e 2009, velocidade de carros no fim da tarde caiu 33% no corredor Rebouças, o local usado como parâmetro pela Prefeitura
01 de junho de 2010
Renato Machado - O Estado de S.Paulo
Quase 13 anos após entrar em vigor, o rodízio municipal de veículos de São Paulo perdeu praticamente toda a eficácia. A velocidade média dos veículos caiu 33% no horário de pico da tarde entre 1997, último ano antes da regra, e 2009 no corredor Consolação/Rebouças/Eusébio Matoso, o único monitorado pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) para avaliar os efeitos da restrição.
Antes da vigência do rodízio, o tráfego fluía a uma média de 17,5 km/h entre as 17h e as 20h. No ano passado, o índice caiu para 11,7 km/h. Os dados fazem parte do relatório informativo 12.ª Avaliação da Operação Horário de Pico, elaborado pela CET. Desde 1997, a companhia realiza medições da velocidade média dos veículos nas avenidas que compõem esse corredor.
A própria CET reconhece que os resultados obtidos estão abaixo do esperado. "No que se refere à velocidade média do corredor monitorado, os resultados de 2009 foram positivos apenas no período da manhã, pois a velocidade média no horário das 7h às 10h continua superior a antes da Operação Horário de Pico", diz um dos trechos do relatório.
O que levou a companhia a essa conclusão é o fato de a velocidade média dos veículos no pico da manhã estar atualmente apenas 1% acima do registrado em 1997 - passou de 18,5 km/h para 18,7 km/h. A tendência, no entanto, é de queda desse índice ao longo dos anos, se considerado que no primeiro ano após a implantação do rodízio o mesmo horário de pico teve ganho de 24% na velocidade média.
Frota. "A eficácia do rodízio vai se perdendo diariamente porque a demanda de veículos cresce em um ritmo muito acelerado. Por outro lado, o viário permanece o mesmo", diz Jaime Waisman, professor do Departamento de Transportes da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).
O relatório aponta que a frota da capital cresceu 43,2% entre 1997 e o ano passado. No mesmo período, o aumento da população foi bem menor, de 8%. A cidade possui atualmente um índice de 61 veículos para 100 habitantes. Já o sistema viário paulistano cresceu de 13 mil quilômetros para aproximadamente 16 mil quilômetros desde 1976.
Ontem, a CET não comentou a queda de velocidade no corredor nem explicou por que ele é usado como parâmetro para avaliar o rodízio. Também não respondeu nenhuma das perguntas enviadas pela reportagem. Só divulgou uma nota informando o crescimento do respeito à restrição, que atingiu os maiores índices da década: 90% no pico da manhã e 84%, à tarde.
ALTERNATIVAS
Rodízio par-ímpar
Uma das medidas já cogitadas foi ampliar o rodízio e adotar o esquema de restrição a partir de placas pares e ímpares
Pedágio Urbano
A gestão Gilberto Kassab chegou a enviar para a Câmara o pacote de mudanças climáticas prevendo a medida, que depois acabou retirada
Fim da Zona Azul
Desde 2008, teve início na cidade uma política de proibir estacionamento em alguns lados das vias e acabar com Zona Azul para dar mais fluidez
Caminhões restritos
A Prefeitura determinou restrições à circulação de caminhões na cidade. Por causa da inauguração do Trecho Sul do Rodoanel, estão previstas novas medidas para esses veículos
Entre 1997 e 2009, velocidade de carros no fim da tarde caiu 33% no corredor Rebouças, o local usado como parâmetro pela Prefeitura
01 de junho de 2010
Renato Machado - O Estado de S.Paulo
Quase 13 anos após entrar em vigor, o rodízio municipal de veículos de São Paulo perdeu praticamente toda a eficácia. A velocidade média dos veículos caiu 33% no horário de pico da tarde entre 1997, último ano antes da regra, e 2009 no corredor Consolação/Rebouças/Eusébio Matoso, o único monitorado pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) para avaliar os efeitos da restrição.
Antes da vigência do rodízio, o tráfego fluía a uma média de 17,5 km/h entre as 17h e as 20h. No ano passado, o índice caiu para 11,7 km/h. Os dados fazem parte do relatório informativo 12.ª Avaliação da Operação Horário de Pico, elaborado pela CET. Desde 1997, a companhia realiza medições da velocidade média dos veículos nas avenidas que compõem esse corredor.
A própria CET reconhece que os resultados obtidos estão abaixo do esperado. "No que se refere à velocidade média do corredor monitorado, os resultados de 2009 foram positivos apenas no período da manhã, pois a velocidade média no horário das 7h às 10h continua superior a antes da Operação Horário de Pico", diz um dos trechos do relatório.
O que levou a companhia a essa conclusão é o fato de a velocidade média dos veículos no pico da manhã estar atualmente apenas 1% acima do registrado em 1997 - passou de 18,5 km/h para 18,7 km/h. A tendência, no entanto, é de queda desse índice ao longo dos anos, se considerado que no primeiro ano após a implantação do rodízio o mesmo horário de pico teve ganho de 24% na velocidade média.
Frota. "A eficácia do rodízio vai se perdendo diariamente porque a demanda de veículos cresce em um ritmo muito acelerado. Por outro lado, o viário permanece o mesmo", diz Jaime Waisman, professor do Departamento de Transportes da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).
O relatório aponta que a frota da capital cresceu 43,2% entre 1997 e o ano passado. No mesmo período, o aumento da população foi bem menor, de 8%. A cidade possui atualmente um índice de 61 veículos para 100 habitantes. Já o sistema viário paulistano cresceu de 13 mil quilômetros para aproximadamente 16 mil quilômetros desde 1976.
Ontem, a CET não comentou a queda de velocidade no corredor nem explicou por que ele é usado como parâmetro para avaliar o rodízio. Também não respondeu nenhuma das perguntas enviadas pela reportagem. Só divulgou uma nota informando o crescimento do respeito à restrição, que atingiu os maiores índices da década: 90% no pico da manhã e 84%, à tarde.
ALTERNATIVAS
Rodízio par-ímpar
Uma das medidas já cogitadas foi ampliar o rodízio e adotar o esquema de restrição a partir de placas pares e ímpares
Pedágio Urbano
A gestão Gilberto Kassab chegou a enviar para a Câmara o pacote de mudanças climáticas prevendo a medida, que depois acabou retirada
Fim da Zona Azul
Desde 2008, teve início na cidade uma política de proibir estacionamento em alguns lados das vias e acabar com Zona Azul para dar mais fluidez
Caminhões restritos
A Prefeitura determinou restrições à circulação de caminhões na cidade. Por causa da inauguração do Trecho Sul do Rodoanel, estão previstas novas medidas para esses veículos
Estacionar na cidade ficou até 92% mais caro nos últimos 5 anos
Estacionar na cidade ficou até 92% mais caro nos últimos 5 anos
Alta é reflexo da redução de vagas gratuitas e do aumento da Zona Azul em bairros como Moema, Pinheiros e Itaim-Bibi
01 de junho de 2010
Cristiane Bomfim, JORNAL DA TARDE - O Estado de S.Paulo
A mensalidade de estacionamentos em Moema, Pinheiros, Itaim-Bibi, Vila Olímpia e centro aumentou até 92% entre 2005 e o ano passado, segundo levantamento do Sindicato de Empresas de Garagens e Estacionamentos do Estado de São Paulo (SindePark). A alta é um dos reflexos da redução de vagas gratuitas nas ruas e do aumento da Zona Azul nesses bairros, medidas adotadas pela Prefeitura desde 2008. No último ano, a capital perdeu 7.851 vagas gratuitas.
Na área da Via Funchal, por exemplo, o preço médio para mensalistas em 2005 era R$ 99,59. Em 2009, chegou a R$ 191,38. Na semana passada, a reportagem encontrou garagens por até R$ 300. A região perdeu vagas gratuitas em 2009. No centro, a média de uma mensalidade em 2009 era R$ 110. Na semana passada, a média era de R$ 280.
Segundo levantamento do sindicato, entre 2005 e 2009, o número de estacionamentos nas nove regiões da cidade onde há mais vagas (Pinheiros, Vila Mariana, Bela Vista, centro, Itaim-Bibi, Berrini, Jardins, Liberdade e Via Funchal) cresceu 4,43%. Já a quantidade de vagas aumentou de 8,89%. Subiu de 180.878 para 196.950. As exceções são as regiões da Berrini (teve aumento de garagens e redução de vagas), Jardins (os dois números caíram), Bela Vista e Liberdade (onde não houve variação).
"A política da Prefeitura de eliminar vagas gratuitas estimula o aumento de estacionamentos e o encarecimento do serviço", disse o presidente Sindicato dos Empregados em Estacionamentos do Estado (Seeg), Francisco Antônio da Silva.
Irregulares. Hoje, a capital tem 15 mil estacionamentos, dos quais 3 mil são clandestinos, segundo o Seeg. A fiscalização é feita pelas subprefeituras. Procurada, a Secretaria de Subprefeituras não deu informações sobre autuações. Além da autorização, as garagens precisam ter seguro contra roubo e danos dos veículos, CNPJ e entregar nota fiscal. "Estes itens devem estar afixados na entrada", afirma Silva.
Alta é reflexo da redução de vagas gratuitas e do aumento da Zona Azul em bairros como Moema, Pinheiros e Itaim-Bibi
01 de junho de 2010
Cristiane Bomfim, JORNAL DA TARDE - O Estado de S.Paulo
A mensalidade de estacionamentos em Moema, Pinheiros, Itaim-Bibi, Vila Olímpia e centro aumentou até 92% entre 2005 e o ano passado, segundo levantamento do Sindicato de Empresas de Garagens e Estacionamentos do Estado de São Paulo (SindePark). A alta é um dos reflexos da redução de vagas gratuitas nas ruas e do aumento da Zona Azul nesses bairros, medidas adotadas pela Prefeitura desde 2008. No último ano, a capital perdeu 7.851 vagas gratuitas.
Na área da Via Funchal, por exemplo, o preço médio para mensalistas em 2005 era R$ 99,59. Em 2009, chegou a R$ 191,38. Na semana passada, a reportagem encontrou garagens por até R$ 300. A região perdeu vagas gratuitas em 2009. No centro, a média de uma mensalidade em 2009 era R$ 110. Na semana passada, a média era de R$ 280.
Segundo levantamento do sindicato, entre 2005 e 2009, o número de estacionamentos nas nove regiões da cidade onde há mais vagas (Pinheiros, Vila Mariana, Bela Vista, centro, Itaim-Bibi, Berrini, Jardins, Liberdade e Via Funchal) cresceu 4,43%. Já a quantidade de vagas aumentou de 8,89%. Subiu de 180.878 para 196.950. As exceções são as regiões da Berrini (teve aumento de garagens e redução de vagas), Jardins (os dois números caíram), Bela Vista e Liberdade (onde não houve variação).
"A política da Prefeitura de eliminar vagas gratuitas estimula o aumento de estacionamentos e o encarecimento do serviço", disse o presidente Sindicato dos Empregados em Estacionamentos do Estado (Seeg), Francisco Antônio da Silva.
Irregulares. Hoje, a capital tem 15 mil estacionamentos, dos quais 3 mil são clandestinos, segundo o Seeg. A fiscalização é feita pelas subprefeituras. Procurada, a Secretaria de Subprefeituras não deu informações sobre autuações. Além da autorização, as garagens precisam ter seguro contra roubo e danos dos veículos, CNPJ e entregar nota fiscal. "Estes itens devem estar afixados na entrada", afirma Silva.
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