sábado, 27 de fevereiro de 2010

Instituto Butantan comemora aniversário com entrada gratuita

27/02/2010 - 08h01
Instituto Butantan comemora aniversário com entrada gratuita

As informações estão atualizadas até a data acima. Sugerimos contatar o local para confirmar as informações
da Folha Online

Zoológicos, aquário e outras atrações que mostram bichos são ideais para entreter os pequenos nos dias livres. Neste sábado (27), o Instituto Butantan comemora 109 anos com entrada gratuita. Leia mais:
Domínio público

Fachada do Instituto Butantan, na capital paulista, que completa 109 anos neste sábado

Aquário de São PauloAbriga cerca de 400 espécies de animais entre mamíferos, anfíbios, répteis e peixes de água doce e salgada. Destaque para os jacarés albinos, tubarões, arraias e pinguins. O espaço conta ainda com réplicas mecanizadas de dinossauros e um museu de paleontologia.Informe-se sobre o local

BichomaniaPassear em um labirinto feito de cedros, andar de charrete e a cavalo e descer em um escorregador de 15 m são algumas atrações do local que conta com 105 mil m² de área. O ponto alto são os bichos que a garotada pode conhecer, como ovelha, arara, coruja, guaxinim, sagui, veado e um casal de alpacas (parentes das lhamas).Informe-se sobre o local

Cia. dos BichosMarrecos, patos, gansos (que vivem num lago natural), ovelhas, cabras e vacas podem ser conhecidos neste local, cerca de 20 minutos da capital. Além de horta e minhocário, o espaço dispõe de cavalo, búfalo ou charrete para passeios.Informe-se sobre o local
Instituto ButantanNeste sábado (27), os três museus do parque, onde os visitantes podem conhecer os animais e os trabalhos de Vital Brasil, terão entrada gratuita, em comemoração ao aniversário de 109 anos do instituto.Informe-se sobre o local

Zoo SafariHá mais de 300 animais soltos em locais que imitam seus habitats naturais, como girafas, zebras e macacos, e que podem ser vistos de perto pelo público, que transita por suas alamedas dentro de automóveis (próprio ou do parque, acompanhado de monitor). As feras (leões, tigres e ursos) são colocadas em ambientes cercados por telas que, segundo os biólogos, não as prejudicam. É permitido alimentar alguns animais com a ração vendida no local.Informe-se sobre o local

ZoológicoDesde a sua abertura, em 1958, o lugar já recebeu mais de 70 milhões de visitantes. Exibe cerca de 3.500 animais, representando 91 espécies de mamíferos, 192 de aves, 80 de répteis, oito de anfíbios e cinco de invertebrados, em recintos e terrários amplos que se assemelham ao habitat natural dos bichos. Há atrações especiais, como as apresentações didáticas de leões-marinhos treinados e o Zoomóvel, uma espécie de quiosque que hospeda palestras com demonstrações, sempre com um tema diferente.Informe-se sobre o local

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Acompanhe o trânsito em São Paulo nesta sexta-feira

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1218623-7823-RADAR+SP,00.html


Sexta-feira, 26/02/2010

O trânsito está intenso na rodovia Presidente Dutra, na chegada a São Paulo. A capital tem, ao todo, 82 quilômetros de congestionamento. E o tempo deve ficar mais fresco do que nos últimos dias.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Acompanhe o trânsito em São Paulo nesta quarta-feira

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1217204-7823-RADAR+SP,00.html


Quarta-feira, 24/02/2010

Moradores cansados da enchente fazem protesto na Zona Leste. A chegada à capital pela pista principal da Rodovia Castelo Branco é tranquila, mas na Marginal o trânsito é intenso. E o calor continua.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Acompanhe o trânsito em São Paulo

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1216535-7823-RADAR+SP,00.html

Terça-feira, 23/02/2010

Na Rodovia Castelo Branco, um acidente causa um pouco de lentidão. Enormes buracos exigem cautela dos motoristas em vários pontos da cidade. E a cidade registra 93 quilômetros de congestionamento.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Veja como está o trânsito em São Paulo

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1215826-7823-RADAR+SP,00.html




Segunda-feira, 22/02/2010



Acidente com perua escolar deixa três crianças e uma monitora feridas. Polícia registra seis brigas entre torcedores são-paulinos e palmeirenses. Via Dutra chegou a ser interditada.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Advogados de Kassab dizem que vão entrar com recurso contra decisão judicial

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1215405-7823-ADVOGADOS+DE+KASSAB+DIZEM+QUE+VAO+ENTRAR+COM+RECURSO+CONTRA+DECISAO+JUDICIAL,00.html


Domingo, 21/02/2010

O mandato do prefeito de São Paulo foi cassado. Gilberto Kassab cumpre a agenda normalmente. A decisão também vale para os mandatos da vice-prefeita e de pelo menos oito vereadores.

Kassab é cassado, Presidente da Câmara Municipal de SP deverá assumir cargo de Prefeito


Foto: Agência Brasil

Justiça Eleitoral cassa mandato de Kassab
Condenação por captação ilícita na campanha inclui a vice. Ambos seguem no cargo enquanto recorrem
Roberto Fonseca, Fabio Leite e Eduardo Reina - Jornal da Tarde

SÃO PAULO - O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), e a vice, Alda Marco Antonio (PMDB), tiveram o mandato cassado pelo juiz da 1ª Zona Eleitoral, Aloísio Sérgio Resende Silveira, por recebimento de doações consideradas ilegais na campanha de 2008. A decisão, em primeira instância, torna Kassab o primeiro prefeito da capital cassado no exercício do mandato desde a redemocratização, em 1985. Como o recurso tem efeito suspensivo imediato, os dois podem recorrer da sentença sem ter de deixar os cargos.

Entre as doadoras consideradas ilegais estão a Associação Imobiliária Brasileira (AIB) e empreiteiras acionistas de concessionárias de serviços públicos, como Camargo Corrêa e OAS. Ao todo, a coligação de Kassab e Alda gastou R$ 29,76 milhões na campanha, dos quais R$ 10 milhões são considerados irregulares pela Justiça. A sentença será publicada no Diário Oficial de terça-feira, quando passa a contar o prazo de três dias para o recurso no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Silveira disse neste sábado, 20, ao Jornal da Tarde que já julgou os processos de Kassab, nove vereadores e dos candidatos derrotados na eleição à Prefeitura em 2008, Marta Suplicy (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB), todos alvos de representação do Ministério Público Eleitoral (MPE), mas que não poderia informar quais dos réus foram cassados antes da publicação, na terça. Falta julgar o presidente da Câmara Municipal, Antonio Carlos Rodrigues (PR), e duas empresas acusadas de repasse ilegal.

O juiz afirmou, contudo, que manteve nas suas decisões o mesmo entendimento que levou à cassação de 16 vereadores no fim do ano passado. No caso, todos os políticos que receberam acima de 20% do total arrecadado pela campanha de fonte considerada vedada foram cassados. "Se passou de 20%, independentemente do nome, tenho aplicado a pena por coerência e usado esse piso como caracterizador do abuso de poder econômico na eleição, um círculo vicioso que dita a campanha e altera a vontade do eleitor", afirmou Silveira.

Além de cassar o diploma do prefeito e da vice, a sentença os torna inelegíveis por três anos. Dos 13 vereadores que aguardavam a decisão da Justiça Eleitoral, dez ultrapassavam o limite em doações consideradas ilegais. São eles: o líder do governo, José Police Neto (PSDB), Marco Aurélio Cunha (DEM), Gilberto Natalini (PSDB) e Edir Sales (DEM), da base governista, e os petistas Antonio Donato, Arselino Tatto, Ítalo Cardoso, José Américo e Juliana Cardoso, além de Rodrigues (PR).

Fonte vedada

Nas decisões, Silveira considerou como fonte vedada de doação eleitoral empreiteiras que integram concessionárias de serviços públicos e a AIB. A entidade é acusada pelo Ministério Público Estadual (MPE) de servir de fachada do Sindicato da Habitação (Secovi). Por lei, sindicatos não podem fazer doações a candidatos, comitês e partidos. Só da AIB a campanha de Kassab recebeu R$ 2,7 milhões. A entidade e o Secovi negam haver irregularidades.

"Um acionista, mesmo que minoritário, que tem faturamento de R$ 500 milhões, faz estrago numa campanha porque ele tira renda da concessionária. Embora seja um voto vencido, por conta da decisão do ministro Velloso, me convenceu", afirmou Silveira, citando decisão do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Carlos Velloso favorável a essas doações nas eleições de 2006.

O inciso 3º do artigo 24 da Lei das Eleições (Lei 9.504/97) proíbe "concessionário ou permissionário" de fazer doações de qualquer espécie a candidatos ou partidos políticos. E embora a última manifestação do TSE, em 2006, tenha considerado legais doações de empresas com participação em concessionárias, votos proferidos no passado pelos ministros Cezar Peluso, Carlos Ayres Brito e Ellen Gracie repudiaram a prática.

‘Perplexidade’

Procurado pela reportagem, o advogado de Kassab, Ricardo Penteado, afirmou que a defesa do prefeito vai entrar com recurso no TRE que, diz ele, "deve resultar na reforma da sentença e na confirmação da vontade popular."

Penteado afirmou ainda que "as contribuições foram feitas seguindo estritamente os mandamentos da lei e já foram analisadas e aprovadas sem ressalvas pela Justiça Eleitoral."

"Causa perplexidade e insegurança jurídica que assuntos e temas já decididos há tantos anos pela Justiça sejam reabertos e reinterpretados sem nenhuma base legal e contrariando jurisprudência do TRE e do TSE", completou.

Colaborou Rodrigo Burgarelli


Jornal O Estado de S. Paulo de 21 de fevereiro de 2010

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Operação Entulho apreende 22 veículos em toda a capital

Operação Entulho apreende 22 veículos em toda a capital
Ao menos 13 pessoas foram detidas; Polícia Civil, Militar e Científica participaram da ação.
Solange Spigliatti/AE - 19/2/2010 - 09h16

SÃO PAULO - Pelo menos 22 veículos foram apreendidos e 13 pessoas foram detidas durante a Operação Entulho, desde o final da noite de quinta-feira, 18, até a madrugada de hoje, segundo balanço divulgado nesta sexta-feira, 19, pela Secretaria de Segurança Pública (SSP). A operação teve a finalidade de flagrar pessoas descartando lixo e entulho pelas vias da cidade.

Foram flagrados 11 caminhões, um trator, uma retro escavadeira e mais nove veículos descartando entulho em locais ilegais. Em um dos pontos suspeitos, checados pelos policiais e agentes da Prefeitura, na Rua Torres de Oliveira, no Jaguaré, zona oeste da Capital, sete caminhões com caçambas e uma retro escavadeira foram apreendidos em uma área de 3.200 metros quadrados. Dentre os caminhoneiros flagrados, um deles era procurado pela Justiça.

Em cada uma das 31 Subprefeituras da Capital, agentes municipais, investigadores das 1ª, 2ª e 3ª Delegacias do Meio Ambiente do Departamento de Polícia e Proteção à Cidadania (DPPC), e policiais militares - da Polícia Ambiental e do Programa de Policiamento de Trânsito - percorreram áreas utilizadas para o descarte ilegal de entulho.

Estiveram envolvidas na ação as Polícias Civil, Militar e Científica, que trabalharam em conjunto com as Secretarias Municipais de Coordenação das Subprefeituras e de Serviços e a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Acompanhe o trânsito em SP

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1214205-7823-RADAR+SP,00.html


Sexta-feira, 19/02/2010

Mais de 30 pessoas são punidas por jogar entulho na rua. Na Radial Leste, há uma longa fila de carros. Horário de verão termina neste fim de semana. Madrugada tem clima ameno

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Veja o Trânsito em São Paulo nesta quinta-feira

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1193018-7823-RADAR+SP,00.html

Segunda-feira, 18/01/2010

Na Avenida dos Bandeirantes, atrás do Aeroporto de Congonhas, o trânsito está ruim desde cedo. E deve piorar; a CET interditou a faixa da direita da via. Veja este e outros destaques do Radar SP.

Chuva deixa dez pontos de alagamento e toda a cidade de São Paulo fica sob estado de atenção

Chuva deixa dez pontos de alagamento e toda a cidade de São Paulo fica sob estado de atenção

da Folha Online
Atualizado às 06h43.
A chuva que atinge São Paulo desde a 1h30 da madrugada desta quinta-feira provoca dez pontos de alagamento na cidade, de acordo com os registros do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências), da prefeitura. Desde as 3h30 toda a cidade está sob estado de atenção.
A chuva é causada pela passagem de uma frente fria. Apesar da intensidade moderada, a chuva contínua desde as 1h30 da madrugada fez com que a cidade entrasse em atenção.
De acordo com o CGE, novos pontos de alagamento poderão surgir e a continuidade dessas chuvas poderá também causar mais transtornos.
Alagamentos
Em torno das 6h30, o CGE registrava dez pontos de alagamento, somente um deles era intransitável.

1. av. Magalhães de Castro, sentido Interlagos, altura da ponte Engenheiro Roberto Rossi Zuccolo

2. av. das Nações Unidas, sentido Castello Branco, altura da ponte dos Remédios

3. av. Eusébio Matoso, sentido bairro, altura da rua Dona Maria Dulce Nogueira Garcez

4. marginal Pinheiros, sentido Castello Branco, pista expressa, altura da ponte Eusébio Matoso

5. av. Nove de Julho, sentido bairro, altura da av. Brasil

6. túnel Noite Ilustrada, altura da a. Dr. Arnaldo

7. viaduto do Glicério, sentido Lapa, altura da rua do Glicério

8. rua Romão Gomes, altura da av. Valdemar Ferreira9. av. Eusébio Matoso, sentido bairro, altura da ponte Eusébio Matoso10. av. Dr. Gastão Vidigal, sentido marginal, altura av. Mofarrej - intransitável

Folha On Line de 18de fevereiro de 2010

rodízio de veículos volta a vigorar em SP

Após feriado, rodízio de veículos volta a vigorar em SP

da Folha Online
O rodízio de veículos volta a vigorar nesta quinta-feira na cidade de São Paulo após ficar suspenso durante o feriado prolongado de Carnaval: dias 15, 16 e 17 (segunda a quarta-feira).
Segundo a Secretaria Municipal de Transportes, nesses dias continuou em vigor o rodízio para veículos pesados e as zonas máximas de restrição aos caminhões e fretados.
O rodízio varia conforme a placa do veículo e vale para o centro expandido da cidade das 7h às 10h e das 17h às 20h (veja abaixo).

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Saiba como está o trânsito em São Paulo

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Quarta-feira, 17/02/2010

Moradores da Freguesia do Ó fazem festa para o campeonato da Rosas de Ouro. Os motoristas encontram trânsito livre nas principais vias de chegada a capital paulista. Frente fria trará chuva para SP.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Casa de Sílvio Santos é assaltada no Morumbi

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Segunda-feira, 15/02/2010

O copeiro foi rendido, assim que chegou na residência no Morumbi, pouco depois da 0h. Ele ficou na guarita com um dos bandidos, enquanto os outros agiam.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Começa nesta sexta o carnaval de São Paulo

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1209821-7823-COMECA+NESTA+SEXTA+O+CARNAVAL+DE+SAO+PAULO,00.html


Sexta-feira, 12/02/2010

Algumas das principais escolas de samba comemoram datas especiais: são 80 anos de Vai-Vai, 100 anos de Corinthians. Veja como serão os desfiles no Sambódromo paulista.

Tatiana Belinky é a mais nova imortal da Academia Paulista de Letras

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1209817-7823-TATIANA+BELINKY+E+A+MAIS+NOVA+IMORTAL+DA+ACADEMIA+PAULISTA+DE+LETRAS,00.html


Sexta-feira, 12/02/2010

Aos 90 anos, a escritora encontrou uma maneira especial de tornar as palavras mais interessantes. Ela escreveu cerca de 120 obras e já conquistou o Prêmio Jabuti.

Como está o trânsito em São Paulo, acompanhe no vídeo do Radar SP - 12/02

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1209845-7823-RADAR+SP,00.html


Sexta-feira, 12/02/2010

Deslizamentos de terra atrapalham a vida dos motoristas que tentam sair da capital. Acidente atrapalha o fluxo de veículos na Marginal Tietê.

Apesar de liberação parcial, Régis tem lentidão no sentido SP neste carnaval



Motoristas parados na terça-feira (9) na Régis Bittencourt após deslizamento de terra no km 552 (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)


Apesar de liberação parcial, Régis tem lentidão no sentido SP neste carnaval
Trecho em Barra do Turvo está interditado parcialmente. Deslizamento de terra bloqueia parte da pista nesta sexta (12).
Do G1, em São Paulo

Neste carnaval, o motorista que usa a Rodovia Régis Bittencourt, que liga São Paulo ao Paraná, encontra lentidão no sentido à capital paulista desde a madrugada desta sexta-feira (12). O congestionamento ocorre por causa de um deslizamento de terra que interdita parte da pista no km 552, na região de Barra do Turvo, a 322 km de São Paulo. A queda de barreira ocorreu na terça (9) e chegou a interditar totalmente a via. A pista foi parcialmente liberada na quinta (11). Por volta das 7h desta sexta, o índice de congestionamento chegava a 3 quilômetros, segundo a Polícia Rodoviária Federal. A polícia recomendou que os motoristas não usassem a Régis Bittencourt como opção de caminho para o carnaval. Uma alternativa para quem não puder adiar a viagem é utilizar a Rodovia Castelo Branco (SP-280), que liga São Paulo ao interior do estado. A rodovia passa por Ourinhos, cidade próxima à divisa com o Paraná. Nesta sexta pela manhã, um motorista ficou ferido após sofrer um acidente em Araçariguama, a 50 km de São Paulo. Ele perdeu o controle do veículo e capotou, segundo a polícia. Há vítimas no local, mas não foi informado o estado de saúde delas.Outra possibilidade é seguir pela Castello Branco até a cidade de Tatuí e de lá seguir na direção de Itapetininga. A partir de Itapetininga, o motorista segue em direção de Itararé (SP) e Castro (PR), seguindo para Curitiba.


Globo.com

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Qual é a influência do aquecimento global no calor e nas chuvas que atingem SP?

Qual é a influência do aquecimento global no calor e nas chuvas que atingem SP?
Meteorologistas dizem que há poucos dados para associar fenômenos.Especialista em clima diz que, teoricamente, pode haver influência.
Mariana Oliveira Do G1, em São Paulo

A maioria dos especialistas em clima ouvidos pelo G1 evitam associar as chuvas que atingem São Paulo desde o final de dezembro e o forte calor registrado nas últimas semanas com o aquecimento global. Alguns afirmam que não há influência e outros dizem que não há dados suficientes para responder à questão. Um dos principais especialistas em mudanças climáticas do país, o climatologista Carlos Nobre, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e integrante do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), diz que, teoricamente, pode sim haver relação entre os fenômenos, embora não haja dados científicos para comprovar a teoria. Aquecimento global é o aumento da temperatura no planeta em razão da maior quantidade de gases poluentes na atmosfera. Segundo os cientistas, uma das consequências é o aumento de eventos climáticos extremos, como inundações e ondas de calor.

08/02
As chuvas em São Paulo desde o começo do ano estão realmente anormais?

09/02
Qual é a influência do aquecimento global no calor e nas chuvas que atingem SP?

10/02
É possível reverter as intervenções urbanas que provocam enchentes na capital?

11/02
A obra da Marginal Tietê agrava o problema das enchentes na cidade?

12/02
Há solução para o problema das enchentes em São Paulo?
O debate sobre a influência do aquecimento global nas chuvas em São Paulo faz parte de uma série de reportagens do G1 sobre um dos principais problemas dos paulistanos atualmente: as causas e consequências dos temporais. Na segunda (8), o G1 discutiu se a frequência e quantidade de chuvas estão fora do comum. Confira ao lado o cronograma das reportagens.
Em janeiro deste ano, São Paulo registrou a maior marca em volume de chuvas para o mês desde 1947, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) - foram 480,5 milímetros de chuva contra 481,4 mm há 63 anos. Além disso, só nos quatro primeiros dias de fevereiro choveu 60% da média histórica para o mês na capital. Entenda abaixo o porquê de tanta chuva.
De acordo com Carlos Nobre, teoricamente o aquecimento global, juntamente com o aquecimento local de São Paulo, podem sim ser responsáveis pela maior intensidade e frequência das chuvas. "Eu mesmo tento responder essa pergunta, mas não tenho dados de chuva diária de São Paulo, que são fundamentais para essa análise. Como cientista, preciso dos dados para tirar uma conclusão mais rigorosa. A falta de informação é um entrave que atrapalha demais o conhecimento científico", diz Nobre.

Nobre afirma que já solicitou o histórico diário de chuvas para o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e para o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG), da Universidade de São Paulo (USP) - são os únicos dois institutos com dados antigos, da década de 30.

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Em quatro dias, chove mais de 60% da média histórica de fevereiro em SP

"Não chove só em São Paulo, chove acima da média no Sudeste como um todo. Isso tem a ver com o El Ninõ. Quase todos os El Ninõ fortes influenciaram o Sul. Alguns fortes influenciam São Paulo, não são todos. Em 1998 não influenciou, esse aparentemente está influenciando. Mas mesmo quando não chove nos outros locais, chove em São Paulo. É improvável que isso tenha acontecido antes, com chuva há tantos dias. Por isso temos que olhar para o próprio aquecimento da cidade. Quando olha do ponto de vista teórico, se tem uma cidade mais quente, pode chover mais", diz Nobre. O meteorologista Marcelo Seluchi, chefe de Supercomputação do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), ligado ao Inpe, diz que responder se as chuvas são responsáveis pelo aquecimento global é "difícil", mas que não há como descartar a influência.

"É muito difícil saber se há efeitos do aquecimento global. Teríamos que comparar São Paulo em dois casos ('antes rural, com vegetação, e hoje, basicamente coberta por cimento'). (...) Mas o aquecimento global afeta toda região, com mais intensidade na cidade de São Paulo e redondezas. Então não dá para descartar totalmente a influência", afirma Seluchi.Para o meteorologista do CPTEC, no entanto, outros fatores têm mais responsabilidade para os temporais: a localização geográfica de São Paulo, que recebe a brisa do mar; e o fato de grande parte da região estar em um vale, com o cimento e o asfalto não permitindo que a absorção da água.

Cautela
Também meteorologista do CPTEC, Cláudia Prestes é mais cautelosa. "A tendência, quase se fala em mudanças climáticas, é de maior abrangência. Não se consegue ver no olhômetro. Os efeitos são verificados a longo prazo", avalia. Meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Marcelo Schneider diz que faltam dados para fazer essa associação. "Não existe pesquisa que mostre isso diretamente", diz ele, para quem as chuvas que atingem São Paulo são consequência de condições atmosféricas isoladas, como o fenômeno El Ninõ, a umidade do ar por conta do inverno e primavera chuvosos e das ilhas de calor que se formam em São Paulo. Já o professor Augusto José Pereira Filho, do Departamento de Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP) e doutor em meteorologia pela Universidade de Oklahoma (EUA), acredita que não há razão para associar os fenômenos. "Essa variabilidade no clima é normal. Se fosse o aquecimento global, como explicaríamos o frio intenso na Europa, no Hemisfério Norte? Esse verão está mais quente, mas temos que lembrar que tivemos um inverno e primavera bem frios. Logo o calor vai passar. Isso é típico do verão e por causa do El Ninõ há mais umidade e chove mais", diz Pereira Filho.

Globo.com

É possível reverter as intervenções que favorecem as enchentes em SP?


Foto: Danilo Verpa / Folha Imagem


É possível reverter as intervenções que favorecem as enchentes em SP?
Impermeabilização do solo e ocupações irregulares são agravantes.Para especialistas, solução não é tentar desfazer distorções do passado.
Mariana Oliveira Do G1, em São Paulo

Enchente na Zona Leste em janeiro (Foto: Danilo Verpa / Folha Imagem)
Embora diversas intervenções urbanas, como impermeabilização do solo e ocupações irregulares, sejam responsáveis por agravar as enchentes em São Paulo, arquitetos e engenheiros consultados pelo G1 afirmam que tentar desfazer as distorções do passado não é a solução para o problema.
O caminho, segundo dizem os especialistas, é traçar estratégias com base na situação atual e criar alternativas para o escoamento da água. A discussão sobre reversão das intervenções urbanas faz parte de uma série de reportagens do G1 sobre um dos principais problemas dos paulistanos atualmente: as causas e consequências dos temporais.

Série do G1 sobre chuvas em São Paulo
08/02
As chuvas em São Paulo desde o começo do ano estão realmente anormais?

09/02
Qual é a influência do aquecimento global no calor e nas chuvas que atingem SP?

10/02
É possível reverter as intervenções que favorecem as enchentes em SP?

11/02
A obra da Marginal Tietê agrava o problema das enchentes na cidade?

12/02
Há solução para o problema das enchentes em São Paulo?

Na segunda (8), especialistas analisaram se a frequência e a quantidade de chuvas estão fora do comum. Na terça (9), foi a vez de discutir as possíveis influências do aquecimento global. Confira ao lado o cronograma das reportagens. Na avaliação de Mônica Amaral Ferreira Porto, professora de Engenharia Hidráulica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), algumas intervenções são "irreversíveis". "O principal problema é que ocupamos, na maior parte de forma desordenada, as várzeas dos rios. Ou seja, as cidades invadem o espaço do rio, que, cedo ou tarde, toma de volta e ainda com maior freqüência e intensidade, porque agora as quantidades de água afluentes são maiores. Se as várzeas não fossem ocupadas haveria dano? Ou problemas de interrupção de tráfego? A dimensão do dano certamente seria muito menor. O fato é que a ocupação já se deu de forma tão importante - vide por exemplo as marginais do Tietê e Pinheiros e as inúmeras avenidas de fundo de vale - que hoje se tornou irreversível. Portanto, não resta outra alternativa a não ser agir sobre as causas e retardar a chegada das águas aos canais", diz a engenheira.


É impossível eliminar a impermeabilização nas cidades, mas podemos reduzir as áreas impermeáveis criando áreas de infiltração, usando pavimentos permeáveis, ou mesmo criando volumes de retenção"
Para Mônica Porto, reverter a impermeabilização também não é o caminho. "É impossível eliminar a impermeabilização nas cidades, mas podemos reduzir as áreas impermeáveis criando áreas de infiltração, usando pavimentos permeáveis, ou mesmo criando volumes de retenção, que têm a função de atrasar a chegada da água aos canais. (...) A impermeabilização, numa cidade como São Paulo, é tão grande que jamais estas medidas compensatórias chegarão a compensar totalmente o efeito negativo da impermeabilização. Jamais retornaremos ao comportamento igual ao de uma bacia rural, isto é um fato inexorável." "É muito difícil mexer em áreas intensamente urbanizadas com atitudes extremas como a desocupação. O que pode e deve ser feito é a ampliação das áreas de retenção", avalia a engenheira.

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As chuvas em São Paulo neste início de ano são realmente anormais?

O arquiteto e urbanista Jorge Wilheim, um dos fundadores do Movimento Nossa São Paulo e ex-secretário municipal de Planejamento, também afirma que a reversão das intervenções não deve ser foco na discussão do problema. "Algumas intervenções são históricas e não dá para voltar atrás. Os fundos de vale foram pavimentados, o esquema de avenidas desde a década de 30. Com avenidas tendo como fundo o vale, com córrego canalizado e coberto por pista asfaltada." Wilhem disse não saber se a reversão teria um resultado relevante. "Não saberia dizer que cidades reverteram [as intervenções]. Nem sei se isso seria importante, significativo. Mas acho que a discussão não é essa. Há uma série de coisas que podem ser feitas com base na situação atual". Para o urbanista, é preciso ainda medidas para preservar as áreas em que o solo está permeável. A Prefeitura de São Paulo publicou, no fim de 2009, uma portaria que tem a intenção de preservar a permeabilidade do solo em novas edificações. Para obter o licenciamento para a obra, o construtor precisa manter as características de permeabilidade em 20% da área do terreno. Antes, o percentual era de 15%.

Condição natural
Nos Estados Unidos, um projeto tenta reverter os rios do país ao estado original, em uma tentativa de preservar a natureza e causar menos enchente. No entanto, a reversão é realizada em áreas muito menos urbanizadas do que São Paulo. Segundo a coordenação do projeto, o objetivo é chegar também, futuramente, aos grandes centros. Para o engenheiro ambiental Antônio Carlos de Oliveira, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o projeto americano é “uma alternativa saudável", mas impossível para São Paulo. "Não creio nessa possibilidade por várias razões, mas a principal é a crônica falta de planejamento urbano e as suas distorções." Segundo Oliveira, a ocupação das áreas de risco é um dos principais problemas. "Ao longo dos anos, o poder público fez vista grossa a essa situação, de tal forma que o crescimento desordenado dessa ocupação em muito contribui para o aumento dos problemas atuais. (...) Uma ação de retomada dessas áreas pode significar um elevado custo social que poucos administradores poderão ou ousarão pagar", avalia.


Globo.com

Radar SP - 10/02

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1208359-7823-RADAR+SP,00.html



Quarta-feira, 10/02/2010

Helicóptero da TV Record sofre pane e cai em gramado do Jopckey Clube. Criminosos usam carreta para tentar interromper avenida em São Paulo e tentar roubar caixas eletrônicos.

Helicóptero sofre pane e cai em São Paulo

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1208352-7823-HELICOPTERO+SOFRE+PANE+E+CAI+EM+SAO+PAULO,00.html


Quarta-feira, 10/02/2010

O helicóptero pertencia à TV Record. Duas pessoas estavam a bordo. Uma delas teria morrido. O veículo caiu em um gramado do Jockey Clube de São Paulo.

Quatro empresas responsáveis pela limpeza de piscinões tiveram contratos cancelados

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1208311-7823-QUATRO+EMPRESAS+RESPONSAVEIS+PELA+LIMPEZA+DE+PISCINOES+TIVERAM+CONTRATOS+CANCELADOS,00.html



Quarta-feira, 10/02/2010

A decisão foi anunciada pelo prefeito Gilberto Kassab. O prazo para que façam o serviço de limpeza terminou nesta terça-feira (09). As novas empresas que farão a limpeza ainda não foram definidas.

Cinco mil toneladas de entulho são produzidas por dia

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1208309-7823-CINCO+MIL+TONELADAS+DE+ENTULHO+SAO+PRODUZIDAS+POR+DIA,00.html



Quarta-feira, 10/02/2010

Sofás, fitas VHS e pneus ficam espalhados pelas ruas. A prefeitura limpa, mas dias depois já está tudo sujo de novo. Jogar entulho na rua é crime ambiental, mas é difícil conseguir um flagrante.

Helicópetro da TV Record cai em São Paulo

Helicópetro da TV Record cai em São Paulo


http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1208331-7823-HELICOPETRO+DA+TV+RECORD+CAI+EM+SAO+PAULO,00.html


Quarta-feira, 10/02/2010

O piloto e um cinegrafista da emissora estavam na aeronave no momento da queda. Ela pegou fogo e caiu em um gramado. O globocop registrou as imagens e ajudou no socorro das vítimas

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Meteorologia prevê novos temporais em São Paulo

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Terça-feira, 09/02/2010

Os temporais devem voltar à capital paulista. Em Santos, a temperatura máxima deve chegar aos 34ºC. A manhã começou bem quente e as nuvens devem ficar cada vez mais carregadas.

Radar SP

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1207649-7823-RADAR+SP,00.html



Terça-feira, 09/02/2010

Mais alguns trechos das pistas da Marginal Tietê serão liberados. São Paulo está sem chuva há mais de 24 horas. Aumentou o preço dos bilhetes dos trens da CPTM.

Depois de 47 dias, SP tem um dia sem chuva



Depois de 47 dias, SP tem um dia sem chuva
Damaris Giuliana

Depois de 47 dias de chuva, até as 22 horas de ontem (horário da última medição), a capital paulista não registrou precipitação. O dia foi de sol intenso, com poucas nuvens, baixa umidade do ar - índice de 40% -, e temperaturas que variaram entre 22,5°C e 31,5°C, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).As áreas de umidade que se movimentavam do Paraná para São Paulo perderam força e não ameaçavam mais a capital, de acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências. Para hoje, a previsão é de dia quente, com mínima de 21°C e máxima de 31°C, e chuva a partir do início da tarde. Até o fim de semana, o índice de umidade do ar deve ficar acima de 60%. Amanhã deve ser o dia mais instável da semana para quem vive na capital. A chuva pode começar de madrugada e há maior possibilidade de raios. Apesar disso, a temperatura continuará elevada, com máxima de 30°C.DIA MAIS QUENTEA temperatura mais alta do Estado foi registrada ontem, segundo o Inmet, pela Base Aérea de Santos: 39°C. A cidade também teve o índice de umidade mais baixo, 21%. Em seguida ficou Iguape, no litoral sul, com máxima de 38,2°C e índice de umidade do ar de 31%. No interior, as temperaturas mais elevadas foram em Votuporanga, região norte, 33,8°C, e Presidente Prudente, na região oeste, 33,7°C. As áreas de instabilidade ficaram concentradas entre o norte e sudoeste do Estado, onde há maior probabilidade de raios até o fim da semana. A chuva mais forte foi registrada em Rancharia, região oeste, mas havia possibilidade de chuva intensa, durante a noite, nos extremos norte e sul do litoral.



Depois de 47 dias, SP tem um dia sem chuva
Damaris Giuliana
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Depois de 47 dias de chuva, até as 22 horas de ontem (horário da última medição), a capital paulista não registrou precipitação. O dia foi de sol intenso, com poucas nuvens, baixa umidade do ar - índice de 40% -, e temperaturas que variaram entre 22,5°C e 31,5°C, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).As áreas de umidade que se movimentavam do Paraná para São Paulo perderam força e não ameaçavam mais a capital, de acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências. Para hoje, a previsão é de dia quente, com mínima de 21°C e máxima de 31°C, e chuva a partir do início da tarde. Até o fim de semana, o índice de umidade do ar deve ficar acima de 60%. Amanhã deve ser o dia mais instável da semana para quem vive na capital. A chuva pode começar de madrugada e há maior possibilidade de raios. Apesar disso, a temperatura continuará elevada, com máxima de 30°C.DIA MAIS QUENTEA temperatura mais alta do Estado foi registrada ontem, segundo o Inmet, pela Base Aérea de Santos: 39°C. A cidade também teve o índice de umidade mais baixo, 21%. Em seguida ficou Iguape, no litoral sul, com máxima de 38,2°C e índice de umidade do ar de 31%. No interior, as temperaturas mais elevadas foram em Votuporanga, região norte, 33,8°C, e Presidente Prudente, na região oeste, 33,7°C. As áreas de instabilidade ficaram concentradas entre o norte e sudoeste do Estado, onde há maior probabilidade de raios até o fim da semana. A chuva mais forte foi registrada em Rancharia, região oeste, mas havia possibilidade de chuva intensa, durante a noite, nos extremos norte e sul do litoral.
Depois de 47 dias, SP tem um dia sem chuva
Damaris Giuliana
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Depois de 47 dias de chuva, até as 22 horas de ontem (horário da última medição), a capital paulista não registrou precipitação. O dia foi de sol intenso, com poucas nuvens, baixa umidade do ar - índice de 40% -, e temperaturas que variaram entre 22,5°C e 31,5°C, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).As áreas de umidade que se movimentavam do Paraná para São Paulo perderam força e não ameaçavam mais a capital, de acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências. Para hoje, a previsão é de dia quente, com mínima de 21°C e máxima de 31°C, e chuva a partir do início da tarde. Até o fim de semana, o índice de umidade do ar deve ficar acima de 60%. Amanhã deve ser o dia mais instável da semana para quem vive na capital. A chuva pode começar de madrugada e há maior possibilidade de raios. Apesar disso, a temperatura continuará elevada, com máxima de 30°C.DIA MAIS QUENTEA temperatura mais alta do Estado foi registrada ontem, segundo o Inmet, pela Base Aérea de Santos: 39°C. A cidade também teve o índice de umidade mais baixo, 21%. Em seguida ficou Iguape, no litoral sul, com máxima de 38,2°C e índice de umidade do ar de 31%. No interior, as temperaturas mais elevadas foram em Votuporanga, região norte, 33,8°C, e Presidente Prudente, na região oeste, 33,7°C. As áreas de instabilidade ficaram concentradas entre o norte e sudoeste do Estado, onde há maior probabilidade de raios até o fim da semana. A chuva mais forte foi registrada em Rancharia, região oeste, mas havia possibilidade de chuva intensa, durante a noite, nos extremos norte e sul do litoral.


Jornal O Estado de S.Paulo de 9 de janeiro de 2010

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Radar SP - 08/01

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terça-feira, 08/01/2010

Um acidente deixa o trânsito complicado no Complexo Maria Maluf. Um motoqueiro morreu. Uma das pistas ficou interditada durante a manhã. Veja este e outros destaque do Radar SP.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Urbanistas apontam soluções para SP não sofrer com chuvas no próximo verão


Foto: Nelson Antoine/Foto Arena/AE Rio Tietê transborda durante chuva forte: urbanistas recomendam desassoreamento (Foto: Nelson Antoine/Foto Arena/AE)

Urbanistas apontam soluções para SP não sofrer com chuvas no próximo verão
Cândido Malta acredita que temporais deste ano forçam replanejamento. Paulistanos também podem contribuir para evitar repetição de problemas.
Luciana Bonadio Do G1, em São Paulo

As chuvas fortes provocam muitos transtornos para os moradores da capital paulista desde dezembro. A cidade enfrenta mais de 45 dias de chuvas ininterruptas, com pontos de alagamento intransitáveis e muitas residências invadidas pela água suja. Urbanistas ouvidos pelo G1 apontam iniciativas que podem ser tomadas pelo poder público e pela população para evitar que São Paulo volte a sofrer com o mesmo problema no próximo verão. O urbanista Cândido Malta Campos Filho acredita que as fortes chuvas forçam um replanejamento. “Está mudando o panorama. Temos que mudar o planejamento, rever. Temos que ver com um critério mais rigoroso. Eu acho que a desculpa do governo tem a sua base, porque está chovendo muito, mas não tem desculpa para não replanejar”, diz.

saiba mais
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O primeiro ponto a ser revisto, segundo ele, é o Plano Diretor de Macrodrenagem da Bacia do Alto Tietê, desenvolvido em 1998 para reduzir os efeitos das enchentes na região metropolitana de São Paulo. Esse plano apontou, por exemplo, onde eram necessárias obras e a construção de piscinões para conter a água durante as fortes chuvas. O urbanista diz que os dados em que o plano se baseou estão defasados. “Ele foi feito com a área impermeabilizada de 1997. Eles não tiveram previsão no plano de crescimento da cidade. E crescimento significa mais impermeabilização. A solução é pegar esse plano, rever e pensar no futuro, até 2030, por exemplo." Cândido Malta aponta outro problema na execução do plano. “Em 1998, ele previu o armazenamento nos piscinões de 32 milhões de metros cúbicos de água. Fazendo isso, resolveria as macroenchentes. Ele foi cumprido? A resposta é só um quarto. Só se construiu piscinão para conter 8 milhões de metros cúbicos”, diz. O superintendente do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), Ubirajara Tannuri Felix, diz que a revisão do plano começou no ano passado e deve estar concluída até março. “O plano tinha, naquela oportunidade, um olhar para 2020. As modificações na região metropolitana, as alterações no uso e ocupação do solo e a crescente impermeabilização fizeram com que nós antecipássemos a revisão. A partir daí vamos ter um novo cálculo e um novo direcionamento.” Atualmente, há 45 piscinões na região metropolitana, com capacidade de quase 9 milhões de metros cúbicos. Para ele, a revisão deve apontar para a necessidade de novas áreas para conter a água. “A minha intuição é que os volumes de reserva que foram dimensionados há 10 anos terão um acréscimo, e não será muito pequeno. É só a gente olhar essa condição climatológica dos últimos dois, três meses”, acredita. Segundo Felix, a principal dificuldade é encontrar áreas para a construção de piscinões. “A dificuldade encontrada é em relação à disponibilidade de áreas. Se tivéssemos, com certeza teríamos aumentado a média de entrega de piscinões por ano”, diz. O governo estadual é responsável pelos investimentos no projeto e execução das obras, mas são os municípios que cedem os terrenos para a construção.

Desassoreamento

Foto: Bruno Azevedo / G1 Plano de Macrodrenagem, que prevê a construção de piscinões, está sendo revisto (Foto: Bruno Azevedo / G1)

O arquiteto e urbanista Jorge Wilheim, um dos fundadores do Movimento Nossa São Paulo e ex-secretário municipal de Planejamento, diz que o primeiro passo é manter os rios Tietê e Pinheiros desassoreados. “Uma coisa é manter desassoreados os rios lentos, como o Tietê e Pinheiros. A quantidade de terra que vai para esses rios é muito grande. Nos três anos anteriores não houve desassoreamento do Rio Tietê”, afirma.

A Secretaria de Saneamento e Energia divulgou na noite desta sexta-feira (5) que os investimentos para a recuperação e manutenção da Bacia do Tietê vão ter um aumento orçamentário de R$ 105 milhões, totalizando R$ 305,6 milhões. As licitações serão lançadas até março, com previsão de desassoreamento do Rio Tietê até o fim do ano de 1 milhão de metros cúbicos. Atualmente, o volume é de 400 mil metros cúbicos ao ano. Outra solução apontada por Wilheim é reter a água para que ela desça aos rios com uma defasagem de tempo. Uma das técnicas para isso é a construção de piscinões, mas não a única. “Existem outras técnicas de reter água, como fazer canais ao longo dos rios que só são abertos em momentos de muita chuva. Outra é, em rios e córregos muito inclinados, fazer pequenas cascatas que vão retendo um pouco de água, depois solta.”

Contribuição dos moradores
O urbanista Cândido Malta aponta algumas soluções que podem ser tomadas pelos moradores da capital paulista e ajudar na contenção da água das chuvas. A primeira é não jogar lixo nas ruas. “É preciso uma campanha para que as pessoas não joguem lixo nas ruas, nos córregos e nos rios. Isso é uma atitude que pode ser mudada. A falta de educação ambiental é generalizada”, critica. Além disso, as pessoas podem aumentar as áreas permeáveis na cidade. Uma das dicas é alterar as calçadas para pisos permeáveis. Segundo o urbanista, a mudança não é cara e “ajudaria bastante”. Grandes estacionamentos, quintais de residências e áreas comuns de edifícios também poderiam ser construídos com pisos permeáveis. A Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente publicou, em dezembro de 2009, uma portaria que modificou as exigências para o licenciamento de novas edificações na capital paulista. Esses imóveis precisam manter “características naturais de permeabilidade do solo” em, no mínino, 20% da área total do terreno. Antes da portaria, a exigência era de 15%. Segundo a Prefeitura, um dos objetivos da medida é a prevenção contra as enchentes.

Medidas da Prefeitura


Entre as metas da Prefeitura de SP, está estudo de intervenções em pontos recorrentes de alagamento (Foto: Nelson Antoine/ AE)

O secretário de Coordenação das Subprefeituras, Ronaldo Camargo, falou nesta semana sobre o plano de drenagem na capital paulista. “O prefeito, no início do mês passado, estipulou a Secretaria de Desenvolvimento Urbano para centralizar a questão do Plano Diretor de Drenagem da cidade, juntamente com o do estado. Estaremos delineando qual será o plano diretor para os próximos 40, 50 anos da cidade.” A Prefeitura dobrou até o carnaval as equipes que realizam a limpeza de bueiros e bocas de lobo na cidade. Serão 200 equipes nas ruas, sendo 50 delas da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Cem delas são mecanizadas e as outras cem, manuais. A cidade conta com 400 mil bueiros. A expectativa do secretário é que a limpeza de todos esteja concluída até o fim da operação verão, em março. Entre as metas até 2012, a Prefeitura diz que elabora um estudo de intervenções em pontos recorrentes de alagamento na capital paulista. Além disso, os piscinões serão monitorados por câmeras disponibilizadas em uma intranet.

Globo.com

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Radar SP - 05/02

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1205220-7823-RADAR+SP,00.html

Sexta-feira, 05/02/2010

São Paulo tem 44 dias seguidos de chuva. Mais um temporal causa estragos na capital paulista. Meteorologista fala sobre o assunto. Ônibus invade loja no Ipiranga.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Radar SP - 04/02

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1204460-7823-RADAR+SP,00.html


Quinta-feira, 04/02/2010

Duas pessoas morrem por causa da chuva na Zona Norte da capital paulista. Veja os principais danos à saúde causados pela alta umidade do ar. Paulistados devem continuar a sofrer com o calor.

Motoristas e cobradores fazem greve de ônibus na Zona Sul da capital

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1204428-7823-MOTORISTAS+E+COBRADORES+FAZEM+GREVE+DE+ONIBUS+NA+ZONA+SUL+DA+CAPITAL,00.html


Quinta-feira, 04/02/2010

As 14 linhas operadas pela viação Itaim Paulista estão paradas. Os trabalhadores protestam contra a morte de um fiscal. Ele foi atropelado por um manobrista.

Terra desliza na Zona Leste da capital

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1204435-7823-TERRA+DESLIZA+NA+ZONA+LESTE+DA+CAPITAL,00.html


Quinta-feira, 04/02/2010

Um trator trabalha para deixar uma pista livre para os motoristas. Mas não previsão de liberação do trânsito no trecho da Avenida Aricanduva sentido Marginal. O trânsito está congestionado.

Bombeiros devem retomar buscas por desaparecidos em Itaquera

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Quinta-feira, 04/02/2010

Uma senhora de 72 anos e um menino de 11 anos foram arrastados pela enxurrada durante a chuva forte. O córrego da região transbordou e as pistas foram tomadas pela água. Ainda há pontos de alagamento.

Árvore derruba fiação de linha de trólebus

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Quinta-feira, 04/02/2010

O problema foi na Avenida Nazaré. A linha na Praça da República ainda não está funcionando. Oito ônibus articulados foram colocados para que a população não fique sem transporte na região.

Chuva causa duas mortes na capital paulista

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1204408-7823-CHUVA+CAUSA+DUAS+MORTES+NA+CAPITAL+PAULISTA,00.html


Quinta-feira, 04/02/2010

Um rapaz de 24 anos morreu ao ser atingido por um raio. E uma árvore caiu em cima de um carro e matou um homem de 75 anos na Zona Norte da capital. Já são 72 mortos por causa das chuvas no estado.

Mais um dia de sol com risco de chuva forte

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1204420-7823-MAIS+UM+DIA+DE+SOL+COM+RISCO+DE+CHUVA+FORTE,00.html



Quinta-feira, 04/02/2010

Nesta quinta-feira, o sol vai brilhar mais uma vez com força em todas as regiões do estado. O calor não dá trégua. Os termômetros podem chegar aos 34ºC na capital. E pode chover no fim da tarde.

PRE se mostra favorável à cassação de 14 vereadores em SP

PRE se mostra favorável à cassação de 14 vereadores em SP
Parlamentares foram cassados por doações ilegais em outubro, mas se mantiveram no cargo por liminar
Diego Zanchetta - O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) se manifestou nesta quarta-feira, 3, favorável à cassação de 14 vereadores de São Paulo que receberam doações ilegais da Associação Imobiliária Brasileira (AIB) na campanha de 2008, conforme determinou sentença de primeira instância emitida em outubro do ano passado.

Veja também:
Leia a íntegra do parecer da Procuradoria
Quem são os vereadores cassados

Os parlamentares conseguiram se manter nos cargos com o respaldo de uma liminar que suspendeu os efeitos da decisão, até um novo julgamento sobre o caso. Após a manifestação da PRE, esse julgamento poderá ocorrer Tribunal de Regional Eleitoral (TRE-SP) nos próximos dois meses.

A manifestação do procurador eleitoral Luís Carlos dos Santos Gonçalves, porém, diz que, mesmo se forem cassados pelo recebimento de mais de 20% do total usado na campanha em recursos da AIB, entidade considerada fantasma pelo Ministério Público, os vereadores não se tornam inelegíveis para o próximo pleito de outubro, por não ter sido constatado abuso do dinheiro público.

Em outubro de 2009, treze parlamentares e um suplente foram afastados do cargo e se tornaram ilegíveis por 3 anos por recebimento, nas eleições de 2008, de doações ilegais da Associação Imobiliária Brasileira (AIB). Todos entraram com recurso suspensivo. Em dezembro, mais dois foram cassados - Jooji Hato (PMDB) e Paulo Jesus Frange (PTB).

A AIB ganhou notoriedade na última eleição por figurar entre os maiores financiadoras de campanha - foram R$ 2,94 milhões a 26 candidatos vitoriosos da capital. Uma investigação do Ministério Público Estadual, contudo, apontou que a AIB seria um braço do Secovi (sindicato das imobiliárias e administradoras). Em 2008, a entidade doou, no total, R$ 10,6 milhões a candidatos, comitês e diretórios de diversos partidos.

Os parlamentares começaram a ser notificados sobre a decisão da Procuradoria nesta tarde, mas não quiseram se manifestar.

(Com Gabriel Pinheiro, do estadao.com.br)

Jornal O Estado de São Paulo de 4 de fevereiro de 2010 (Há 188 dias sob censura)

Kassab fecha albergues e lota ruas

Kassab fecha albergues e lota ruas
Filipe Vilicic

"Dormia no Albergue Cirineu e depois fui para o São Francisco", conta Carlos dos Santos. "Mas os dois fecharam, não consegui vaga em outro da região e tive de voltar a pernoitar no Minhocão." Santos é um dos moradores de rua que preferem dormir ao relento a deixar o centro de São Paulo e bairros próximos. Em dois anos, a região já perdeu quase 700 leitos em albergues municipais. Outros dois abrigos estão com os dias contados para também fechar as portas. A medida eleva a conta para mais de mil vagas extintas.A consequência é visível: vias e praças são ocupadas por uma massa cada vez maior de moradores de rua. Segundo estimativa da Associação Viva o Centro, são 2 mil na região. "E o número tem aumentado com o fechamento dos albergues", afirma o superintendente da instituição, Marco de Almeida. Ele diz que essa população cresceu na Avenida Duque de Caxias, na Praça da República e no Largo do Arouche. O Movimento Nacional da População de Rua estima que 15 mil pessoas vivam nas vias da capital (quase 5 mil a mais que há sete anos).Queixas semelhantes tem a diretora da Associação Paulista Viva, Marli Lemos. "Depois que encerraram os serviços dos albergues, apareceu um monte de morador de rua por aqui", reclama. "Regiões onde não havia tantos mendigos, como a Alameda Santos e o vão do Masp, agora estão lotadas."Desde 2008, a Prefeitura desativou dois albergues no centro: o Jacareí (antigo Cirineu), com quase 400 vagas, e o Glicério (conhecido como São Francisco), com 300 leitos, segundo a Secretaria de Assistência Social (Seads). "Mas chegamos a abrigar mais de 700 pessoas", relata frei José Santos, que administrava o Albergue do Glicério. "É claro que a maioria voltou às ruas." Neste ano, a Prefeitura pretende encerrar os serviços de outros dois centros: o República Condomínio AEB, com 85 vagas, e o Pedroso, com cerca de 400."O governo fecha os albergues centrais e diz para irmos para outros na periferia", relata Cícero Morais. "Quando me tiraram do Glicério, me mandaram para a zona leste." Morais afirma que os moradores de rua não quiseram ficar na periferia porque lá a infraestrutura é falha. "A segurança é ruim, não tem atendimento de saúde e falta lugar para vender lixo ou papelão."Para o psicólogo Walter Varanda, cujo doutorado analisou o morador de rua, fechar vagas no centro para estimular a ida dessa população para outros bairros é tática ineficiente. "Há uma política de higienização, em que a Prefeitura tenta tirar os sem-teto da frente do cidadão", explica. "Mas eles não aceitam se afastar e voltam para baixo de viadutos."

Jornal O Estado de São Paulo de 4 de fevereiro de 2010 (há 188 dias sob censura)

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Chuva não dá trégua e São Paulo continua a enfrentar rotina de alagamentos

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1203449-7823-CHUVA+NAO+DA+TREGUA+E+SAO+PAULO+CONTINUA+A+ENFRENTAR+ROTINA+DE+ALAGAMENTOS,00.html


Terça-feira, 02/02/2010

Em poucos minutos, o terminal de ônibus das Praças das Bandeiras ficou debaixo d´água. O lixo jogado nas ruas entupiu os bueiros e piorou os alagamentos.

Trânsito em São Paulo nesta quarta-feira, Radar SP - 03/02

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1203699-7823-RADAR+SP,00.html


Quarta-feira, 03/02/2010

Radial Leste tem trânsito bastante intenso. O movimento é complicado na Marginal Tietê, assim como na Marginal Pinheiros. Veja o que é preciso para contratar serviço de transporte escolar legalizado.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Kassab cumpre 3% das metas no primeiro ano


Kassab cumpre 3% das metas no primeiro ano
O investimento de R$ 300 milhões nas obras do Rodoanel é uma das promessas não cumpridas até agora. O prefeito tem até 2012 para terminar 217 projetos. As obras foram afetadas pelo congelamento do orçamento no ano passado


FELIPE GRANDIN, felipe.grandin@grupoestado.com.br
A gestão do prefeito Gilberto Kassab (DEM) cumpriu no ano passado 3% das metas previstas para serem atingidas até o fim do mandato, em 2012. Dos 223 objetivos estabelecidos, seis foram alcançados até dezembro, segundo balanço divulgado pela Prefeitura no site www.agenda2012.com.br. De acordo com o relatório, outras 18 metas ainda não haviam começado a ser implementadas. Entre elas, o investimento de R$ 300 milhões no Rodoanel, a pavimentação de 200 quilômetros de ruas e avenidas e a qualificação de 50 mil trabalhadores pelo ensino à distância, entre outras.As 199 metas restantes estão em andamento, segundo os dados disponíveis na internet. Dessas, várias estão na etapa de “levantamento de dados”, como a construção de 15 Centros de Atenção Social à População Idosa. Outras estavam em fase de “definição da região”, como a criação de nove centrais de triagem de material reciclável.Pelo menos dois projetos “em andamento”, segundo o site, estão sem informação: a construção de dois novos terminais rodoviários e a capacitação de 1.200 trabalhadores informais.Para a Prefeitura, esse resultado é satisfatório, porque “das 223 metas constantes no programa, 204 haviam sido iniciadas, o que corresponde a 91,5% do total”. Segundo o governo municipal, “a agenda está passando por uma atualização, que será finalizada até o fim deste mês e muitas metas, embora já iniciadas, não estão atualizadas” (leia texto ao lado).Menos investimentoO cumprimento do Plano de Metas está diretamente relacionado ao nível de investimento feito pela Prefeitura, afirma o especialista em finanças públicas da Faculdade de Economia e Administração da USP, Adriano Biava. “A maior parte das metas está relacionada à execução de obras”, afirma. “Se há corte nos investimentos, o ritmo das obras é afetado, reduzindo a possibilidade de cumprir as metas”, diz.A execução das obras previstas foi afetada pelo congelamento do orçamento feito por Kassab no ano passado. Ele alega que o corte foi necessário para compensar a redução da receita decorrente da crise mundial. Reportagem do JT na semana passada mostrou, porém, que o governo municipal reduziu os investimentos em 18%, apesar de a arrecadação ter aumentado 3,6% em relação a 2008.“Espero que esses balanço sirva como alerta para o governo municipal”, afirma Oded Grajew, do Movimento Nossa São Paulo, que idealizou o plano de metas. “O tempo está correndo. Se deixar para a última hora, não vai cumprir o que está previsto”, diz.De acordo com Grajew, o sistema elaborado pela Prefeitura de São Paulo deve ser mais detalhado e informar metas de resultados para cada distrito da cidade. “Além do número de hospitais construídos, é preciso informar quanto será reduzida a mortalidade, por exemplo”, explica.Voto de confiançaPara Grajew, Kassab merece um voto de confiança, pois a iniciativa é inédita e está sendo aperfeiçoada - ele é o primeiro prefeito a ter que divulgar as metas (veja acima). Como o objetivo da lei é facilitar o acompanhamento da gestão pela sociedade, ela não estipula punição aos prefeitos.“Esse é um processo em construção. Não é num piscar de olhos que se transforma uma cidade que não tem número nenhum em uma cidade só de números”, diz o líder do governo na Câmara Municipal, José Police Neto. “É algo absolutamente complexo, do ponto de vista de gestão, que não existe em nenhum outro município”, acrescenta. Colaborou Isis Brum


Jornal da Tarde de 2 de fevereiro de 2010

Janeiro registra o 2º maior volume de chuva desde 1947

Janeiro registra o 2º maior volume de chuva desde 1947
Segundo Inmet, município de São Paulo teve chuvas acima dos 300 mm registrados nos últimos cinco anos
Solange Spigliatti, do estadao.com.br

SÃO PAULO - O mês de janeiro de 2010 registrou a segunda maior marca em volume de chuvas para o mês desde 1947, no município de São Paulo, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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Até as 9 horas deste domingo, 31, quando terminou a contagem de 24 horas, segundo o Inmet, foram registrados 480,5 mm de chuva durante o mês. A maior marca atingida foi de 481,4 mm em 1947.

O Inmet começou a fazer medições no município desde 1943. Nos últimos cinco anos, foram registrados chuvas acima dos 300 mm em pelo menos quatro meses de janeiro. Além disso, foram registrados janeiros chuvosos em 1987, com 442,3 mm de chuva, e em 1950, com 421,8 mm.

Jornal O Estado de S. Paulo de 2 de fevereiro de 2010

Tarifa do Metrô e CPTM sobe para R$ 2,65 a partir do dia 9

Tarifa do Metrô e CPTM sobe para R$ 2,65 a partir do dia 9
Reajuste foi de 3,9%; Bilhete Único Integrado passará de R$ 4,00 para R$ 4,07, aumento de 1,8%
estadao.com.br

SÃO PAULO - A Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos anunciou nesta segunda-feira, 1º, reajuste nas tarifas do Metrô e da CPTM. A partir do próximo dia 9, o bilhete unitário passará de R$ 2,55 para R$ 2,65, alta de 3,9%. Já o Bilhete Único Integrado passará de R$ 4,00 para R$ 4,07, o que representa aumento de 1,8%.

O bilhete Madrugador teve correção de 2,1% (R$ 2,35 para R$ 2,40) e seu horário de validade foi ampliado em 15 minutos. A família de Bilhetes Fidelidade também foi reajustada: com 8 viagens passou de R$ 19,60 para R$ 20,32; com 20, de R$ 47,00 para R$ 48,70; e com 50, de R$ 112,50 para R$ 116,50. A alta média foi de 3,6%. O Cartão Lazer BLA, com 10 viagens, subiu 3,7% (R$ 21,5 para R$ 22,30).

A secretaria informa que o reajuste foi feito seguindo a política de correção anual definida em fevereiro de 2008, que tem como referência o ndice de Preços ao Consumido (IPC/Fipe). Desde o final de 2006 até janeiro deste ano, a tarifa do Bilhete Unitário foi reajustada em 15,2%, e a do Bilhete Único teve alta de 16,3%.

Desde o dia 4 de janeiro, a tarifa do ônibus na capital paulista passou de R$ 2,30 para R$ 2,70, um reajuste de 17,4% determinado pela Prefeitura de São Paulo desde 2009. De acordo com a administração municipal, o dinheiro gasto pela população com as passagens de ônibus ainda não cobre as despesas com o transporte público.

No ano passado, a Prefeitura gastou mais de R$ 800 milhões com subsídios, valor que superou em mais de R$ 200 milhões o orçamento previsto. Para manter o valor da tarifa em R$ 2,30 por três anos, a Prefeitura precisou usar no setor parte do dinheiro que seria investido em obras do Rodoanel e na expansão do Metrô.

SP congela metade da verba de tapa-buraco



SP congela metade da verba de tapa-buraco
Kassab promete recapear a cidade, mas retém R$ 120 milhões da área
Felipe Oda e Naiana Oscar - Jornal da Tarde

OBSTÁCULOS - Cidade tem em média um buraco a cada 400 metros; no horário de pico, motorista encontra com um a cada minuto rodado

SÃO PAULO - No ano em que a Prefeitura de São Paulo promete retomar o programa de recapeamento na cidade, metade dos recursos previstos no Orçamento para obras de pavimentação e manutenção de ruas foi congelada. Dos R$ 242 milhões que seriam destinados a serviços de melhoria das vias paulistanas, R$ 120 milhões estão retidos.

Temendo uma queda na arrecadação por causa da crise econômica, a administração municipal também congelou os investimentos em recapeamento, no ano passado. A arrecadação, no entanto, foi 3,6% maior que em 2008, sem correção da inflação. O reflexo dessa decisão é sentido agora pela cidade, no período das fortes chuvas, quando os alagamentos facilmente abrem buracos.

Na semana passada, a reportagem percorreu 114 quilômetros pelas principais ruas da capital e contou 288 buracos: um a cada 400 metros. Significa dizer que o motorista que circula numa velocidade de 25 km/h (a média do pico da manhã) encontra um buraco por minuto.

O superintendente das Usinas de Asfalto, Eugênio Pavicic, admitiu que as deformações do asfalto foram agravadas pelas chuvas e pelo atraso do recapeamento no ano passado. Com alagamentos, fica mais difícil também manter o ritmo das operações tapa-buraco.

O congelamento dos recursos para manutenção de ruas faz parte de um contingenciamento de R$ 2 bilhões anunciado há duas semanas pelo secretário municipal de Planejamento, Rubens Chammas. O Orçamento total é de R$ 27,9 bilhões para este ano. A gestão Gilberto Kassab (DEM) alega que os recursos foram represados para novos projetos. Procurada para comentar o congelamento de verbas de recapeamento, a Prefeitura não respondeu até as 20 horas de ontem.

As emendas sugeridas por vereadores e que indicam obras de recapeamento também devem ficar paradas. Até o dia 26 de janeiro, o Orçamento contava com 84 emendas. Juntas, as propostas custariam cerca de R$ 8 milhões.

Mesmo assim, o superintendente das Usinas de Asfalto havia garantido à reportagem que entre março e abril os paulistanos já perceberiam uma "melhora real" ao trafegar pelas ruas. A meta para este ano é retomar a média de 22 km de ruas recapeadas por mês, o que exigiria investimentos mensais de R$ 10 milhões.

O coordenador de Pavimentação Urbana da Associação Brasileira de Pavimentação, Fernando Augusto Júnior, reforça a importância do recapeamento periódico para evitar o surgimento de buracos. "O programa ‘tapa-buracos’ da Prefeitura é importante, mas paliativo", disse. "Sem o recapeamento ou da maneira como é executado, o asfalto trinca e a água penetra. A infiltração colabora com o desgaste do pavimento e surgimento de buracos".


Jornal O Estado de S. Paulo de 2 de fevereiro de 2010

Enchente de 1957 em São Paulo



Foto (reprodução) de enchente de 1957 em SP


Por Pablo Pereira


Sempre que se toca no problema das enxurradas na cidade de São Paulo, ainda mais graves quando se tornam assassinas, há diversos comentaristas que se manifestam (com a licença do mestre João Ubaldo, que gosta da palavra) espinafrando a Situação de agora, que, por sua vez, quando era Oposição, espinafrava a Situação de antes. E por aí vai.Mas, notem, o drama não é novo e o que se pretende aqui nesse Blog é olhar o problema na perspectiva da história. A cidade já teve administradores de diversas cores políticas e ideológicas. Já experimentou. Para não compararmos bichos diferentes, fiquemos somente com o período mais recente, com prefeitos escolhidos por voto. De Jânio (1986) para cá, passaram Luiza Erundina, Paulo Maluf, Celso Pita, Marta Suplicy, José Serra e, agora, Gilberto Kassab. Mas o problema das chuvas permanece — e mudando a vida de muita gente para pior.


Jornal O Estado de S. Paulo de 2 de fevereiro de 2010

Janeiro registra o 2º maior volume de chuva desde 1947

Janeiro registra o 2º maior volume de chuva desde 1947
Segundo Inmet, município de São Paulo teve chuvas acima dos 300 mm registrados nos últimos cinco anos
Solange Spigliatti, do estadao.com.br

SÃO PAULO - O mês de janeiro de 2010 registrou a segunda maior marca em volume de chuvas para o mês desde 1947, no município de São Paulo, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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Até as 9 horas deste domingo, 31, quando terminou a contagem de 24 horas, segundo o Inmet, foram registrados 480,5 mm de chuva durante o mês. A maior marca atingida foi de 481,4 mm em 1947.

O Inmet começou a fazer medições no município desde 1943. Nos últimos cinco anos, foram registrados chuvas acima dos 300 mm em pelo menos quatro meses de janeiro. Além disso, foram registrados janeiros chuvosos em 1987, com 442,3 mm de chuva, e em 1950, com 421,8 mm.

Jornal O Estado de S. Paulo de 2 de fevereiro de 2010

A previsão de máxima é de 33ºC na capital

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1202889-7823-A+PREVISAO+DE+MAXIMA+E+DE+C+NA+CAPITAL,00.html



Terça-feira, 02/02/2010

O dia começa com sol, mas pode voltar a chover forte no fim do dia. No início da tarde, a umidade do ar cai para 45%. Em Presidente Prudente, os termômetros podem chegar aos 35ºC.

Não há previsão para pista da Via Dutra sentido Rio ser liberada

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1202898-7823-NAO+HA+PREVISAO+PARA+PISTA+DA+VIA+DUTRA+SENTIDO+RIO+SER+LIBERADA,00.html

Terça-feira, 02/02/2010

O asfalto cedeu no domingo (31) e abriu uma cratera de 80 metros na altura de Arujá. E, no Vale da Ribeira, a chuva forte destruiu estradas e deixou moradores de comunidades rurais isolados.

Prefeitura de São Paulo quer trocar bancas de jornal de lugar

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1202921-7823-PREFEITURA+DE+SAO+PAULO+QUER+TROCAR+BANCAS+DE+JORNAL+DE+LUGAR,00.html


Terça-feira, 02/02/2010

Por conta da violência, a prefeitura quer trocar dezenas de bancas de lugar. A polêmica toma conta das ruas de São Paulo, porque a decisão mexe com pontos de venda tradicionais.

Radar SP - 02/02

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1202940-7823-RADAR+SP,00.html


Terça-feira, 02/02/2010

Acidente na Marginal Tietê tumultua o trânsito. Os motoristas devem seguir por dentro da Lapa. Temporal atrapalha a vida dos trabalhadores que dependem do transporte público.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Chuva volta a castigar São Paulo

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1202699-7823-CHUVA+VOLTA+A+CASTIGAR+SAO+PAULO,00.html


Segunda-feira, 01/02/2010

O mês de fevereiro começou como anterior em São Paulo. A chuva causou transtornos e inundou ruas, deixando pessoas e veículos parados. Bombeiros tiveram dificuldade em resgatar as vítimas.

Chuva aumenta e todas as regiões de SP entram em estado de atenção


No ABC, passageiros ficaram ilhados em ônibus por causa da enchente (Foto: Reprodução/TV Globo)


Chuva aumenta e todas as regiões de SP entram em estado de atenção
Às 18h40, Zona Oeste e Centro também foram colocados em atenção.Até as 19h10, capital registrou dez pontos de alagamento, 2 intransitáveis.
Do G1, em São Paulo


Depois da Zona Norte, foi a vez da Zona Oeste e do Centro, às 18h40 desta segunda-feira (1º), serem colocados em estado de atenção pelo Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), da Prefeitura de São Paulo. Desta forma, todas as regiões da capital estão em estado de atenção devido às pancadas de chuva.

A Zona Norte havia entrado em atenção às 18h15. Já estavam em atenção as regiões Sul, Leste e Sudeste, além das marginais Pinheiros e Tietê. O transbordamento do Córrego Tiquatira levou o CGE a declarar estado de alerta das 17h42 às 18h15 na Subprefeitura da Penha.

Às 19h10, o CGE registrou dez pontos de alagamento na capital, sendo dois deles intransitáveis. Um deles, com início às 17h30 e término às 17h53, foi na esquina das avenidas São Miguel e Governador Carvalho Pinto, na Penha, na Zona Leste. O outro foi na Avenida Guarapiranga, na Zona Sul, e também não está mais ativo. Em toda a cidade, havia 120 km de filas às 19h10, ou 14,4% dos 835 km de vias monitoradas.
Já na Grande São Paulo, choveu forte entre os municípios do ABC, São Lourenço da Serra e Embu-Guaçu. Uma estação de trem da linha 10 da CPTM, que liga Luz a Rio Grande da Serra, foi tomada pela água da tempestade. A circulação de trens foi suspensa em Santo André, no ABC, mas foi normalizada por volta das 18h40.

Por causa das fortes chuvas, a operação do corredor de ônibus da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) está comprometida desde as 16h45 nos seguintes trechos: entre os terminais São Bernardo e Ferrazópolis (em São Bernardo do Campo), na Avenida Pereira Barreto (altura da Parada Pilar, na divisa dos municípios de São Bernardo e Santo André) e na saída do Terminal Santo André Leste.

Em Diadema, quatro ônibus e um caminhão ficaram presos na enxurrada por causa do transbordamento do Córrego Piraporinha. O helicóptero Águia, da Polícia Militar, chegou a ser acionado para resgatar uma pessoa ilhada em uma residência na Avenida Antônio Parreiras.

Aeroportos
As decolagens foram suspensas às 17h12 desta segunda-feira (1º) no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, por causa do mau tempo na região. A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) informou que a operação foi retomada às 17h36. O Aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, operava sem restrições.

Chuva em janeiro
A cidade de São Paulo terminou o mês de janeiro com uma quantidade de chuva acumulada 0,9 mm menor que o recorde histórico registrado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Entre 1º e 31 de janeiro, o órgão registrou um acúmulo de 480,5 mm de chuva na cidade. O maior valor registrado no mês de janeiro é de 1947, com 481,4 mm.

Globo.com